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Banco de Dados II – Aula 10

VIEWS

  • É um objeto lógico que se baseia em uma SELECT, armazenado no banco de dados;
  • Pode ser simples (apenas utilizando uma tabela) ou complexa (podendo ter vários relacionamentos e tipos de joins, grupos, funções de grupo, etc);
  • Podem ter colunas virtuais;
  • Pode fazer restrição de dados (não colocando a coluna desejada na SELECT)
  • Em Views simples, podemos executar comandos DML (insert, update, delete);
  • Em Views complexas, na maioria dos casos, não é possível executar comandos DML (possuem funções, grupos);
  • Recomendado fazer toda a SELECT primeiramente para depois ser encapsulada na VIEW;
  • Sintaxe: CREATE [OR REPLACE] VIEW nome_da_view AS SELECT …
  • Quando utilizado o REPLACE, caso já tenha uma VIEW com o mesmo nome, a mesma irá ser sobrescrita;
  • Com o parâmetro FORCE, pode-se criar a VIEW sem ter necessariamente as tabelas físicas no banco de dados. (na execução, irá dar erro);
  • Com o parâmetro NOFORCE (padrão), pode-se criar a VIEW com tabelas existentes no banco de dados;
  • Com o parâmetro WITH CHECK OPTION, apenas as linhas retornadas na VIEW podem ser alteradas;
  • Com o parâmetro WITH READ ONLY, somente pode ser executada a VIEW sem a possibilidade de executar comandos DML;

EXEMPLOS:

CREATE OR REPLACE VIEW VW_SALARIO_PROG AS
SELECT  EMPLOYEE_ID,
        FIRST_NAME,
        LAST_NAME,
        SALARY * 13 AS SAL_CLT_ANUAL
FROM    EMPLOYEES
WHERE   JOB_ID = 'IT_PROG';

–MOSTRANDO A ESTRUTURA

DESC VW_SALARIO_PROG;

–EXECUTANDO A VIEW

SELECT *
FROM VW_SALARIO_PROG;

EXEMPLO 2

CREATE OR REPLACE VIEW VW_SALARIO_PROG (CODIGO,NOME,SOBRENOME,SALARIO_ANUAL) AS
SELECT  EMPLOYEE_ID,
        FIRST_NAME,
        LAST_NAME,
        SALARY * 13 AS SAL_CLT_ANUAL
FROM    EMPLOYEES
WHERE   JOB_ID = 'IT_PROG';

VIEWS COMPLEXAS

  • As VIEWS complexas geralmente possuem relacionamento com duas ou mais tabelas (Compostas de queries complexas);
  • Na maioria das vezes, não é possível executar instruções DML;
  • Quando a select possui funções de grupo, GROUP BY, DISTINCT, ROWNUM, Expressões (colunas virtuais), colunas NOT NULL não retornadas na VIEW, NÃO podemos executar comandos DML;
  • O parâmetro WITH CHECK OPTION é possível executar instruções INSERT e UPDATE, somente com as linhas que a view pode retornar;
  • Também serve para evitar que os dados seja deletados da tabela, sendo somente deletados pela VIEW que possui o WITH CHECK OPTION;
  • O parâmetro WITH READ ONLY cria uma VIEW que não será possível executar nenhuma instrução DML, sendo somente executada para leitura de dados;
  • DROP VIEW faz a eliminação da view do banco de dados;

EXEMPLO:

CREATE VIEW SALARIOS_FUNC(FUNCAO, MIN_SALARIO, MAX_SALARIO, MED_SALARIO)
AS
SELECT B.JOB_TITLE,
       MIN(A.SALARY),
       MAX(A.SALARY),
       AVG(A.SALARY)
FROM   EMPLOYEES A
       NATURAL JOIN JOBS B
GROUP BY B.JOB_TITLE;

 
SELECT *
FROM SALARIOS_FUNC;

SELECT * FROM DEPARTMENTS;

CREATE OR REPLACE VIEW VW_DEPTO_60
AS
SELECT *
FROM EMPLOYEES
WHERE DEPARTMENT_ID = 60
WITH CHECK OPTION CONSTRAINT CK_DEPTO_60;


SELECT *
FROM VW_DEPTO_60;


--IRA ATUALIZAR
UPDATE VW_DEPTO_60
SET SALARY = SALARY + 1
WHERE DEPARTMENT_ID = 60;

SELECT * FROM VW_DEPTO_60;

 

--NAO IRÁ ATUALIZAR
UPDATE VW_DEPTO_60
SET DEPARTMENT_ID = 20
WHERE EMPLOYEE_ID = 103;

 

CREATE OR REPLACE VIEW VW_DEPTO_20 (ID, NOME, CARGO)
AS
SELECT EMPLOYEE_ID,
       FIRST_NAME,
       JOB_ID
FROM   EMPLOYEES
WHERE  DEPARTMENT_ID = 20
WITH READ ONLY;


SELECT *
FROM EMPLOYEES
WHERE DEPARTMENT_ID = 20;


DELETE FROM VW_DEPTO_20
WHERE ID = 202;

ÍNDICES

  • Índice serve para que dados sejam organizados para melhorar o processo de procura em tabelas;
  • É um dos objetos do banco de dados, que pode ser criado pelo usuário ou pelo Oracle;
  • Para campos do tipo Primary Key ou Unique, as chaves são criadas automaticamente pelo Oracle;
  • Os índices ocupam mais espaço no banco de dados, sendo marcadores que permitem que os dados sejam acessados rapidamente;
  • Pode-se criar ou eliminar índices em uma tabela a qualquer momento;
  • Quando uma tabela é excluída, todos os índices dessa tabela também é excluída;
  • Os índices exclusivos são criados exclusivamente pelo Oracle, quando definimos as colunas PRIMARY KEY ou UNIQUE. Podem ser criados manualmente, mas é recomendado que o Oracle faça esse gerenciamento;
  • Índices NÃO EXCLUSIVOS são criados pelos usuários, a qual tem a finalidade de aumentar a performance das consultas;
  • Os índices exclusivos são criados exclusivamente pelo Oracle, quando definimos as colunas PRIMARY KEY ou UNIQUE. Podem ser criados manualmente, mas é recomendado que o Oracle faça esse gerenciamento;
  • Índices NÃO EXCLUSIVOS são criados pelos usuários, a qual tem a finalidade de aumentar a performance das consultas;
  • Um índice pode ter mais de uma coluna;
  • A ordem das colunas influenciam na performance do retorno das linhas;
  • A utilização correta dos índices influencia também na performance de retorno das linhas (duas ou mais colunas);

SINTAXE:

CREATE INDEX NOME_INDICE ON NOME_TABELA(COLUNA1, ...);

DROP INDEX NOME_INDICE;
  • Aconselhável criar um índice quando:
    • Quando NÃO existirem muitos valores nulos na coluna consultada;
    • Quando as colunas forem muito utilizadas na cláusula WHERE;
    • Quando o retorno de registros representa em torno de 2% a 4% (para tabelas com grande quantidade de registros);
    • Colunas que possuem faixas de valores, como datas (que são utilizadas no WHERE);
  • Aconselhável a NÃO criar um índice quando:
    • Quando a tabela sofre comandos DML frequentemente (por exemplo, quando registros são inseridos, todos os índices da tabela também precisarão ser atualizados);
    • Tabelas com poucos registros;
    • Quando o retorno de registros na maioria das consultas equivalerem a menos de 4% dos registros;
  • Sempre que criar índices, é necessário avaliar se haverá mais consultas ou mais inserções/atualizações na tabela;

Exemplo:

CREATE INDEX IDX_PRIMEIRONOME ON EMPLOYEES(FIRST_NAME);
SELECT *
FROM EMPLOYEES
WHERE FIRST_NAME = 'Valli';

DROP INDEX IDX_PRIMEIRONOME;

CREATE INDEX IDX_PRIMEIROSEGUNDONOME ON EMPLOYEES (FIRST_NAME,LAST_NAME);

SELECT *
FROM EMPLOYEES
WHERE FIRST_NAME = 'Bruce';


SELECT *
FROM EMPLOYEES
WHERE FIRST_NAME = 'Bruce'
AND LAST_NAME = 'Ernst';
 

DROP INDEX IDX_PRIMEIROSEGUNDONOME;

SEQUENCES

  • Sequence é um dos objetos utilizados para armazenamento de números sequenciais em uma determinada ordem definida na sua criação;
  • Geralmente, é utilizado na criação de PRIMARY KEYS, em número sequenciais;
  • A utilização desse recurso garante que as chaves primárias não se repetirão;
  • É um objeto independente de qualquer tabela;
  • Geralmente, é associado a uma tabela para seguir uma sequencia, porém nada impede de ser utilizado em mais de uma tabela;
  • A sintaxe de criação da SEQUENCE é:
CREATE SEQUENCE NOME_SEQUENCE INCREMENT BY QUANTIDADE

[MAXVALUE VALOR_MAXIMO]
[MINVALUE VALOR_MINIMO]
[CYCLE]
[CACHE QUANTIDADE];
  • O incremento padrão é de 1 em 1;
  • O parâmetro CYCLE é utilizado quando a numeração chega ao valor máximo (maxvalue) e o número é reiniciado novamente;
  • O padrão na criação da SEQUENCE é NOCYCLE;
  • O parâmetro CACHE já define uma determinada quantidade de números reservados, para que seja mais rápido a utilização das sequencias (mais performance). O padrão é quantidade de 20;
  • Quando utilizamos SEQUENCES, podemos utilizar as pseudocolunas NEXVAL, que retorna o próximo número disponível da sequencia; Mesmo que tenha várias sessões diferentes utilizando a mesma sequence (ainda em transação), o valor nunca se repete;
  • Quando utilizamos SEQUENCES, podemos utilizar as pseudocolunas CURRVAL, que retorna o valor atual da sequence daquela seção; Só irá funcionar depois de ter utilizado o NEXTVAL na mesma sessão;
  • O Oracle não sabe qual é o valor corrente da sessão antes de ter executado o NEXTVAL;
  • Para se utilizar o NEXTVAL e CURRVAL:
    • Pode ser utilizada em uma SELECT, a menos que ela seja uma subquery;
    • Pode ser utilizada no comando VALUES do INSERT;
    • Pode ser utilizada no comando SET do UPDATE;
    • No SELECT de uma subquery para realizar um INSERT;
  • NÃO se pode utilizar o NEXTVAL e CURRVAL:
    • Em um SELECT em uma VIEW;
    • Em um SELECT, com DISTINCT, ORDER BY, GROUP BY ou HAVING;
    • Em uma coluna definida com o valor DEFAULT;
    • Em uma subquery em um DELETE, UPDATE ou em um SELECT;
  • Quando utilizamos o parâmetro CACHE QUANTIDADE, o Oracle coloca em cache essa quantidade para que se tenha mais performance na utilização da sequence. O padrão é com a quantidade de 20;
  • É indicado quando se tem tabelas que sofram grande quantidade de inserções de dados;
  • Depois que a sequence é gerada, o numero não é reaproveitado.
  • As sequences são geradas independentes que a transação termine com COMMIT ou ROLLBACK;
  • Falhas no sistema do Oracle também podem perder os valores que estão no cache;
  • Quando utilizamos uma sequence para várias tabelas, os números não irão ser sequencias para as tabelas utilizadas;
  • Podemos utilizar o comando ALTER e DROP para se fazer alteração e exclusão da sequence respectivamente;
  • Quando alteramos uma sequence, apenas os próximos números são alterados;
  • Não é possível alterar o START WITH de uma sequence, porém pode-se dar drop e create novamente;
  • Apenas quem tem permissão de DROP ANY SEQUENCE e o dono podem alterar as sequences;

EXEMPLOS:

CREATE TABLE TESTE_SEQUENCIA (
  CODIGO NUMBER(10) NOT NULL PRIMARY KEY,
  NOME   VARCHAR(30)
);

DESC TESTE_SEQUENCIA;

SELECT * FROM TESTE_SEQUENCIA;

CREATE SEQUENCE SQ_TESTE_01
INCREMENT BY 10
START WITH 100
MAXVALUE 300
NOCACHE
NOCYCLE;

–UTILIZANDO O NEXVAL

INSERT INTO TESTE_SEQUENCIA (CODIGO, NOME)
VALUES (SQ_TESTE_01.NEXTVAL, 'SAITO');

--VERIFICANDO O VALOR INSERIDO NA TABELA
SELECT SQ_TESTE_01.CURRVAL FROM DUAL;
SELECT * FROM TESTE_SEQUENCIA;

INSERT INTO TESTE_SEQUENCIA (CODIGO, NOME)
VALUES (SQ_TESTE_01.NEXTVAL, 'ANCHIETA');

--VERIFICANDO O VALOR DA SEQUENCE
SELECT SQ_TESTE_01.CURRVAL FROM DUAL;

--ELIMITANDO UMA SEQUENCE
DROP SEQUENCE SQ_TESTE_01;

SINONIMOS

  • SINONIMO é um dos objetos utilizados para se fazer referencia a outro objeto. Geralmente, grande nomes de tabelas podem ser referenciadas com um nome menor ou referencia a objetos de outros usuários podem ser feitos acessos mais facilmente;
  • Sinônimo público pode ser acesso por qualquer usuário e o sinônimo privado pode ser acesso somente pelo seu criador;
  • Os sinônimos não podem acessar objetos que estão dentro de uma PACKAGE;
  • Para sinônimos privados, o nome deve ser único, diferente de outros objetos deste mesmo usuário;

SINTAXE:

CREATE SYNONYM NOME_SINONIMO
FOR NOME_OBJETO

DROP SYNONYM NOME_SINONIMO

EXEMPLOS:

--com erro, pois o usuário hr nao terá privilégio
CREATE PUBLIC SYNONYM TESTE_SIN FOR TESTE_TABELA ;

--excluindo o sinonimo publico
DROP PUBLIC SYNONYM TESTE_SIN;

--criacao do sinonimo privado
CREATE SYNONYM TESTE_SIN FOR TESTE_TABELA;

SELECT * FROM TESTE_SIN;

--excluindo do sinonimo
DROP SYNONYM TESTE_SIN;

Exercícios

  1. Crie uma View chamada VW_EMPREGADOS_DEPTOS, que mostre os dados da tabela employees, tendo os campos código, nome e sobrenome concatenado (espaço entre eles), e email, onde os JOB_IDS sejam IT_PROG e PU_CLERK;
  1. Prove se é possível fazer inserção de dados através da view criada no exercício 1; Explique o porque de conseguir ou não conseguir;
  1. Crie uma view chamada VW_EMPREGADOSPORTEMPO, CONTENDO o código do empregado, nome, data de admissão que estejam admitidos entre os damos de 2003 e 2005. Crie com o parâmetro WITH CHECK OPTION;
  1. Insira 3 linhas de dados pela view criada no exercício 3, e explique se você conseguiu inserir ou não esses dados;
  1. Crie uma view chamada EMPREGADOS_DEP, que utilize uma tabela com a seguinte estrutura: DEPENDENTES(EMPLOYEE_ID NUMBER(6), COD_DEP NUMBER(2), NOME_DEP VARCHAR(30), DATA_NASC DATE), onde EMPLOYEE_ID E COD_DEP são chaves primárias. A visão deve conter o código de dependente, o nome e a data de nascimento do dependente. Atenção: A tabela ainda não existe. NÃO CRIE A TABELA. Utilize o parâmetro correto para se fazer a view;
  1. Crie uma sequence chamada SQ_NUMERO_DEP, iniciando pelo numero 10, incremento de 5 em 5, tamanho mínimo 10, tamanho máximo de 500, com 30 números em cache;
  1. Crie a tabela dependentes do exercício 5, e faca a inserção de 5 dependentes, utilizando a sequence do exercício 6;
  1. Crie um índice chamado IDX_DEP_NOME na tabela dependentes, no campo NOME_DEP;
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Banco de Dados II – Aula 09

Criando uma table space e usuário no Oracle 11 XE

Necessário entrar com a permissão de system, ou admin diretamente pelo SQL Plus.

Pode-se salvar o arquivo diretamente no diretório home do usuário oracle e executar o script através do SQL Plus*

create tablespace banco1 datafile '/u01/app/oracle/oradata/XE/banco1.dbf' size 10m autoextend on next 5m maxsize 50m online permanent extent management local autoallocate segment space management auto;

create user banco1 identified by banco1 default tablespace banco1 temporary tablespace temp;

grant create session, connect, resource to banco1;

alter user banco1 quota unlimited on banco1; 

connect banco1/banco1;

Até o momento, foi criado a table space chamada de banco1, um usuário banco1 com a senha banco1 e dados permissões de acesso ao usuário banco1

Após a conexão, podemos criar a as tabelas abaixo, fazendo as inserções de dados abaixo como exemplo:

CREATE TABLE DEPTO (
  CDDEPTO CHAR(02) PRIMARY KEY,
  NMDEPTO VARCHAR(30),
  RAMAL NUMBER(3)
);

CREATE TABLE CARGO (
  CDCARGO CHAR(02) PRIMARY KEY,
  NMCARGO VARCHAR(30),
  VRSALARIO NUMBER(8,2)
);

CREATE TABLE FUNCIONARIO (
  NRMATRIC NUMBER(04) PRIMARY KEY,
  NMFUNC   VARCHAR(30),
  DTADM    DATE,
  SEXO     CHAR(01),
  CDCARGO  CHAR(02),
  CDDEPTO  CHAR(02),
  CONSTRAINT FK_FUNC_CDCARGO FOREIGN KEY(CDCARGO) REFERENCES CARGO(CDCARGO),
  CONSTRAINT FK_FUNC_CDDEPTO FOREIGN KEY(CDDEPTO) REFERENCES DEPTO(CDDEPTO)
);


INSERT INTO CARGO (CDCARGO, NMCARGO, VRSALARIO) VALUES ('C1','COZINHEIRA',350);
INSERT INTO CARGO (CDCARGO, NMCARGO, VRSALARIO) VALUES ('C3','AUX ESCRITORIO',450);
INSERT INTO CARGO (CDCARGO, NMCARGO, VRSALARIO) VALUES ('C7','VIGIA',450);
INSERT INTO CARGO (CDCARGO, NMCARGO, VRSALARIO) VALUES ('C2','MECANICO',750);
INSERT INTO CARGO (CDCARGO, NMCARGO, VRSALARIO) VALUES ('C5','GERENTE',2300);
INSERT INTO CARGO (CDCARGO, NMCARGO, VRSALARIO) VALUES ('C4','ESCRITURARIO',600);
INSERT INTO CARGO (CDCARGO, NMCARGO, VRSALARIO) VALUES ('C8','PROGRAMADOR',NULL);
INSERT INTO CARGO (CDCARGO, NMCARGO, VRSALARIO) VALUES ('C9','ANALISTA_DE_SISTEMAS',2100);
COMMIT;


INSERT INTO DEPTO (CDDEPTO, NMDEPTO, RAMAL) VALUES ('D1','ADMINISTRACAO',221);
INSERT INTO DEPTO (CDDEPTO, NMDEPTO, RAMAL) VALUES ('D2','OFICINA',235);
INSERT INTO DEPTO (CDDEPTO, NMDEPTO, RAMAL) VALUES ('D3','SERVICOS GERAIS',243);
INSERT INTO DEPTO (CDDEPTO, NMDEPTO, RAMAL) VALUES ('D4','VENDAS',258);
COMMIT;


INSERT INTO FUNCIONARIO (NRMATRIC, NMFUNC, DTADM, SEXO, CDCARGO, CDDEPTO) 
	VALUES (1001,'JOAO SAMPAIO','10-AUG-93','M','C2','D2');
INSERT INTO FUNCIONARIO (NRMATRIC, NMFUNC, DTADM, SEXO, CDCARGO, CDDEPTO) 
	VALUES (1004,'LUCIO TORRES','02-MAR-94','M','C2','D2');
INSERT INTO FUNCIONARIO (NRMATRIC, NMFUNC, DTADM, SEXO, CDCARGO, CDDEPTO) 
	VALUES (1034,'ROBERTO PEREIRA','23-MAY-92','M','C3','D1');
INSERT INTO FUNCIONARIO (NRMATRIC, NMFUNC, DTADM, SEXO, CDCARGO, CDDEPTO) 
	VALUES (1021,'JOSE NOGUEIRA','10-NOV-94','M','C3','D1');
INSERT INTO FUNCIONARIO (NRMATRIC, NMFUNC, DTADM, SEXO, CDCARGO, CDDEPTO) 
	VALUES (1029,'RUTH DE SOUZA','05-JAN-93','F','C1','D3');
INSERT INTO FUNCIONARIO (NRMATRIC, NMFUNC, DTADM, SEXO, CDCARGO, CDDEPTO) 
	VALUES (1095,'MARIA DA SILVA','03-SEP-92','F','C4','D1');
INSERT INTO FUNCIONARIO (NRMATRIC, NMFUNC, DTADM, SEXO, CDCARGO, CDDEPTO) 
	VALUES (1023,'LUIZ DE ALMEIDA','12-JAN-93','M','C2','D2');
INSERT INTO FUNCIONARIO (NRMATRIC, NMFUNC, DTADM, SEXO, CDCARGO, CDDEPTO) 
	VALUES (1042,'PEDRO PINHEIRO','29-JUL-94','M','C4','D1');
INSERT INTO FUNCIONARIO (NRMATRIC, NMFUNC, DTADM, SEXO, CDCARGO, CDDEPTO) 
	VALUES (1048,'ANA SILVEIRA','01-JUN-93','F','C5','D1');
INSERT INTO FUNCIONARIO (NRMATRIC, NMFUNC, DTADM, SEXO, CDCARGO, CDDEPTO) 
	VALUES (1015,'PAULO RODRIGUES','17-AUG-92','M','C2','D2');
COMMIT;

OBJETOS DO ORACLE

TABELA: tem a principal função armazenar dados;

VIEW: objeto que encapsula uma instrução select, podendo ter uma ou mais tabelas;

SEQUENCE: Gera uma sequencia numérica;

INDICE: Utilizado para melhorar a performance em consultas;

SINONIMO: apelido para objetos de dados;

TABELAS

É possível fazer a criação online;

Após ter sido criada, é possível modificar a sua estrutura;

Importante ter uma estimativa de tamanho para evitar que o banco de dados trave;

Nomes devem ter até 30 caracteres, começando com uma letra;

Nomes das tabelas podem ser: a-z, A-Z, 0-9, _ (underline);

Os caracteres # e $ podem também serem utilizados em nomes de tabelas, porém não recomendados pela Oracle;

É possível ter nomes iguais de objetos desde que sejam de usuários diferentes;

Não se deve utilizar palavras reservadas do Oracle (CREATE, TABLE, ALTER, USER, INSERT, etc);

Em tabelas, não há case-sensitive;

CREATE TABLE

Para se criar tabelas, é necessário que o usuário conectado tenha privilégios ;

CREATE TABLE CLIENTES (
  COD_CLI NUMBER(5),
  NOME_CLI VARCHAR2(30)
);

TIPOS DE DADOS

As colunas de uma tabela precisa ser definida com um tipo de dados, pois será tratado posteriormente pelo banco de dados;

VARCHAR2: utilizado para armazenar tipos de caracteres alfa-numéricos (aceitando letras e números), podendo ser definido de 1 a 4000 caracteres; A quantidade de bytes utilizada é da quantidade de caracteres + 1 (especifica o tamanho da string)

CHAR: permite armazenar caracteres alfa-numéricos, podendo ser definido de 1 a 2000 caracteres, com tamanho fixo (exemplos: CPF, CEP, CNPJ);

NUMBER: permite armazenar números inteiros ou decimais (precisão e escala m,n), que varia de 1 a 38. Exemplo NUMBER(10,2), pode armazenar 8 inteiros e 2 decimais;

DATE: permite armazenar data e hora que pode variar de 01/01/4712 AC até 31/12/9999 DC;

LONG: permite armazenar caracteres de até 2 GB (evite usar LONG – somente para compatibilidades passadas). Utilize LOB;

CLOB: permite armazenar caracteres de até 4 GB;

RAW(tamanho): permite armazenar dados binários brutos;

LONG RAW: armazena dados binários de tamanho variável de até 2 GB;

BLOB: Dados binários de até 4 GB;

BFILE: Armazena arquivos binários em arquivos externos ao banco de dados de até 4 GB;

ROWID: permite armazenar o endereço físico exclusivo de uma linha em uma tabela correspondente. Toda a tabela tem um ROWID, controlado pelo ORACLE. Pode-se acessar executando SELECT ROWID;

LONG: O tipo de dados LONG não pode ser copiado para outra tabela através de uma subquery; A coluna LONG não pode ser incluída no GROUP BY ou ORDER BY; É limitado a 1 coluna LONG por tabela; Não pode ser definida como CONSTRAINTS; Utilize CLOB em vez de LONG;

TIMESTAMP: É uma extensão do tipo DATE, armazenando até o segundo e fração de segundos;Pode especificar o fuso horário;
Exemplo:
TIMESTAMP WITH LOCAL TIME ZONE;
TIMESTAMP WITH TIME ZONE;

INTERVAL YEAR TO MONTH: É usado para armazenar diferença entre dois valores de datas/horários, levando-se em conta somente o mês e o ano;
Exemplo:
INTERVAL ’12-5’ YEAR(2) TO MONTH;
Grava um intervalo de doze anos e cinco meses;

INTERVAL YEAR TO MONTH
Exemplo:
INTERVAL ’231’ MONTH(2);
Grava um intervalo de 231;

INTERVAL ’543’ YEAR; Retorna erro, pois não foi definido o ano e o padrão para ano são de 2 dígitos;

INTERVAL DAY TO SECOND: armazena um período em dias, horas, minutos e segundos
Exemplo:
INTERVAL ’2 3:20:10.222’ DAY TO SECOND(3);
Grava 2 dias, 3 horas, 20 minutos, 10 segundos e 222 milhares de segundo;

INTERVAL ’7 5:12’ DAY TO MINUTE;
Grava 7 dias, 5 horas e 12 minutos;
Exemplo:
INTERVAL ’235 5 DAY(3) TO HOUR;
Grava 235 dias e 5 horas;

INTERVAL ’11:12:10.2222222’ HOUR TO SECOND(7);
Grava 11 horas, 12 minutos e 10,2222222 segundos;

EXEMPLOS DE CRIAÇÃOD DE TABELA USANDO OS TIPOS DE DADOS

CREATE TABLE TESTE_DADOS (
  CODIGO      NUMBER(10),
  NOME        VARCHAR(30),
  CEP         CHAR(8),
  NASCIMENTO DATE,
  SALARIO     NUMBER(10,2)
);

INSERT INTO TESTE_DADOS (CODIGO, NOME, CEP, NASCIMENTO, SALARIO)
VALUES
(1,'TESTE DE NOME','12548963',TO_DATE('07/15/2010','MM/DD/YYYY'),1501.45);

SELECT * FROM TESTE_DADOS;

CREATE TABLE TESTE_TABELA (
  HORA_ATUAL TIMESTAMP(7)
);

INSERT INTO TESTE_TABELA(HORA_ATUAL)
VALUES (SYSDATE);

SELECT * FROM TESTE_TABELA;

CREATE TABLE TABELA_INTERVALOS(
  INTERVALO_ANO INTERVAL YEAR(3) TO MONTH,
  INTERVALO_DIA INTERVAL DAY(3) TO SECOND
);

INSERT INTO TABELA_INTERVALOS(INTERVALO_ANO, INTERVALO_DIA)
VALUES (INTERVAL '120' MONTH(3),
        INTERVAL '180' DAY(3)
);

SELECT INTERVALO_ANO, INTERVALO_DIA
FROM TABELA_INTERVALOS;

SELECT TO_CHAR(SYSDATE+INTERVALO_ANO,'DD-MON-YYYY'),
               SYSDATE+INTERVALO_DIA AS intervalo_dia
FROM TABELA_INTERVALOS;

CONSTRAINTS

São regras que são impostas no nível de tabela (ou coluna), que no geral, impedem a inserção, atualização e deleção de dados indevidos;

As mais importantes são: NOT NULL, UNIQUE, PRIMARY KEY, FOREIGN KEY, CHECK;

Sempre que possível, nomeie as CONSTRAINS. Caso não, o ORACLE dá o nome à constraint de “SYS_…”;

Aconselhável criar as constraints logo na criação da tabela, porém podem ser criadas posteriormente;

Podem ser definidas em nível de tabela ou coluna;

CONSTRAINT NOT NULL

Serve para que uma determinada coluna não tenha valores nulos;
Por padrão, as colunas são NULL;
EXEMPLO:
CREATE TABLE NOME_TABELA(
NOME_COL TIPO_COL NOT NULL
);

CONSTRAINT UNIQUE

Serve para que uma determinada coluna (ou colunas) tenha valores únicos, podendo ter valores nulos;

As PRIMARY KEYS implicitamente são UNIQUE;

CONSTRAINT PRIMARY KEY

Serve para que uma coluna (ou colunas) tenham valores diferente entre tuplas, sendo valores únicos e não nulos;
É limitada a ser criado uma única PK por tabela, que pode ter várias colunas (todas as colunas precisam ser não nulas);
É automaticamente criado um índice, para melhor pesquisar os registros;

CONSTRAINT FOREIGN KEY

Serve para garantir a integridade dos relacionamentos entre as tabelas;
Para ser criada, é necessário ter uma PK ou UNIQUE de outra tabela;
Pode-se utilizar os comandos abaixo para se fazer exclusão de dados em cascata:
ON DELETE CASCADE;
ON DELETE SET NULL;

CONSTRAINT CHECK

Serve para fazer a checagem de um determinado dado antes da ação na tabela;
Algumas das expressões NÃO podem ser utilizadas com CHECK: SYSDATE, UID, USER e USERENV, ou a pseudocolunas como: CURRVAL, NEXTVAL, LEVEL e ROWNUM e consultas que fazem referencia a outros valores em outra linhas;

EXEMPLOS:

–nivel coluna

CREATE TABLE EMPREGADOS (
COD NUMBER(6) CONSTRAINT COD_EMP_PK PRIMARY KEY,
NOME VARCHAR2(30)
);

EXEMPLO:

–nivel tabela

CREATE TABLE EMPREGADOS (
COD NUMBER(6),
NOME VARCHAR2(30),
CONSTRAINT COD_EMP_PK PRIMARY KEY(COD)
);


CREATE TABLE TABELA_CONSTRAINTS (
ID NUMBER(10),
COD_EMP NUMBER(10),
NAO_NULO NUMBER(10) NOT NULL,
COLUNA_UNICA DATE,
COLUNA_CHECK NUMBER(10,2),
CONSTRAINT ID_PK PRIMARY KEY(ID),
CONSTRAINT UK_UNIQUE01 UNIQUE(COLUNA_UNICA),
CONSTRAINT FK_COD_EMP FOREIGN KEY(COD_EMP)
REFERENCES EMPLOYEES(EMPLOYEE_ID) ON DELETE CASCADE,
CONSTRAINT CK_COL01 CHECK (COLUNA_CHECK > 10)
);

INSERT INTO TABELA_CONSTRAINTS VALUES (10,100, NULL, NULL,10);

INSERT INTO TABELA_CONSTRAINTS VALUES (10,100, 10, NULL,10);

INSERT INTO TABELA_CONSTRAINTS VALUES (10,100, 3,TO_DATE('15/10/2015','DD/MM/YYYY') ,11);

SELECT * FROM TABELA_CONSTRAINTS;

CONSTRAINTS DEFAULT

Define um valor padrão de uma coluna quando não for especificado nenhum valor (null implícito);
Pode ser usado funções de linhas como SYSDATE e o USER;
Não pode usar o nome de outra coluna como referencia;
O valor padrão precisa ter o mesmo tipo da coluna;

EXEMPLO DE DEFAULT

CREATE TABLE TESTE_DEFAULT (
ID NUMBER(10),
DATA DATE DEFAULT SYSDATE
);

INSERT INTO TESTE_DEFAULT (ID) VALUES (1);
INSERT INTO TESTE_DEFAULT (ID) VALUES (2);
INSERT INTO TESTE_DEFAULT (ID) VALUES (3);
INSERT INTO TESTE_DEFAULT (ID) VALUES (4);
INSERT INTO TESTE_DEFAULT (ID) VALUES (5);

SELECT * FROM TESTE_DEFAULT

CRIANDO UMA TABELA COM UMA SUBQUERY

Serve para criar rapidamente uma tabela com dados selecionado pela query;
Quando se tem expressões, é obrigatório o uso de alias;

EXEMPLO DE CREATE SELECT

CREATE TABLE TESTE_SUBSELECT AS
SELECT EMPLOYEE_ID, FIRST_NAME, HIRE_DATE, SALARY * 12 AS SAL
FROM EMPLOYEES
WHERE DEPARTMENT_ID = 90;

DESC TESTE_SUBSELECT;

ALTER TABLE

Serve para fazer manutenção em tabelas já existentes, podendo modificar colunas, criar novas colunas, eliminar colunas, adicionar valor default às colunas;

EXEMPLO ALTER TABLE

ALTER TABLE TESTE_DEFAULT
ADD NOME_USER VARCHAR2(30);

UPDATE TESTE_DEFAULT SET NOME_USER = USER;

SELECT * FROM TESTE_DEFAULT;

ALTER TABLE TESTE_DEFAULT
MODIFY NOME_USER VARCHAR2(20) NOT NULL;

ALTER TABLE TESTE_DEFAULT
RENAME COLUMN NOME_USER TO NOME_USER2;

ALTER TABLE TESTE_DEFAULT
RENAME TO TESTE_DEFAULT2

SELECT * FROM TESTE_DEFAULT2

DROP TABLE

Serve para eliminar uma tabela com todos os seus dados e índices;
Após ser executado, transações pendentes são submetidos a um COMMIT, efetivando as transações;

EXEMPLO DE DROP TABLE

DROP TABLE TESTE_DEFAULT2

EXERCICIOS

Faça um script que contenha a criação de uma tablespace (schema), usuário para o schema criado, associação do usuário com o schema, chamando a tablespace de banco999 e o usuário de banco999, fazendo com que o usuário banco999 seja dono de outros objetos criados;

Crie os seguites objetos dentro desse schema:

ScreenHunter_519 Apr. 23 14.00

Posteriormente faça as seguintes inserções de dados:

ScreenHunter_520 Apr. 23 14.00

Video 1

 
Video 2

Banco de Dados II – Aula 06

SUBQUERIES

  • Subqueries são divisões de uma instrução SELECT, a qual estarão separados entre parentes;
  • Servem geralmente para resolver problemas que teriam que ser feitas com 2 consultas;
  • Também utilizada quando um resultado encontrado é base de condição para uma outra consulta;
  • A ordem de execução da SUBQUERY depende de como ela é escrita;
  • Para as SUBQUERIES mais simples, são executadas as mais internas para depois ser executado a mais externa. Esse tipo de subquerie também é conhecida como NÃO-CORRELACIONADA;
  • Há também SUBQUERIES quer dependem tanto da query externa quando interna para ser executada.
  • É quando existe um relacionamento entre as QUERIES, ou seja, para cada linha da query mais externa, depende do resultado de uma linha (ou mais) de uma query mais interna. É também chamada de CORRELACIONADA;
  • Não é necessário utilizar order by em queries mais internas;
  • As subconsultas devem estar entre parênteses;
  • Tome cuidado com subconsultas que retornam várias linhas utilizando operadores que suporte somente uma única linha;
  • Exemplo de um problema que exigiria 2 consultas:
    • Qual(is) funcionário(s) que ganham igual ou mais que o funcionário Bruce do departamento 60?
SELECT    FIRST_NAME,
          SALARY,
          DEPARTMENT_ID
FROM      EMPLOYEES
WHERE     DEPARTMENT_ID = 60;
  • No método tradicional, primeiro precisamos saber o quanto o funcionário Bruce ganha:
SELECT  FIRST_NAME,
        SALARY,
        DEPARTMENT_ID
FROM      EMPLOYEES
WHERE   FIRST_NAME = 'Bruce';
  • Depois de encontrar o valor do salário de Bruce, colocamos o valor na cláusula SELECT:
SELECT    FIRST_NAME,
          SALARY,
          DEPARTMENT_ID
FROM      EMPLOYEES
WHERE     SALARY >= 6000
          AND DEPARTMENT_ID = 60;
  • Podemos resolver da seguinte forma:
SELECT    FIRST_NAME,
          SALARY,
          DEPARTMENT_ID
FROM      EMPLOYEES
WHERE     DEPARTMENT_ID = 60
          AND SALARY >= (SELECT  SALARY
                         FROM    EMPLOYEES
                         WHERE   FIRST_NAME = 'Bruce');

TIPOS DE SUBQUERIES

  • Subqueries podem retornar uma única linha, várias linhas e várias colunas;
  • Quando a subquerie retorna uma única linha, podemos utilizar os operadores =, <, >, <>, <= ou >=;
  • Quando a subquerie retorna várias linhas, temos que utilizar o IN, ALL ou ANY (uma ou mais linhas)
  • As subqueries (internas) podem também utilizar funções de grupo (min, max, avg, …), com isso, a subquerie retornará um única linha;
  • Subqueries são recursos poderosos do comando SELECT, que basicamente podemos ter retornar qualquer informação do banco de dados;
  • Basicamente, é possível utilizar subquerie em qualquer cláusula de uma SELECT;
  • Caso a subconsulta não retorna registros, nenhum valor será retornado para toda a SELECT;

EXEMPLO 1:

SELECT  FIRST_NAME, JOB_ID,SALARY,
        DEPARTMENT_ID
FROM    EMPLOYEES
WHERE   JOB_ID =     (SELECT JOB_ID
                      FROM EMPLOYEES
                      WHERE EMPLOYEE_ID = 111)
        AND SALARY > (SELECT SALARY
                      FROM   EMPLOYEES
                      WHERE  EMPLOYEE_ID = 110);

EXEMPLO 2:

SELECT  FIRST_NAME, JOB_ID,SALARY,
        DEPARTMENT_ID
        FROM    EMPLOYEES
        WHERE   JOB_ID      = (SELECT JOB_ID
                               FROM EMPLOYEES
                               WHERE EMPLOYEE_ID = 111)
                AND SALARY <= (SELECT SALARY
                               FROM   EMPLOYEES
                               WHERE  EMPLOYEE_ID = 110);

EXEMPLO 3

SELECT  FIRST_NAME,         JOB_ID,
        SALARY,         DEPARTMENT_ID
FROM    EMPLOYEES
WHERE   SALARY =  (SELECT MIN(SALARY)
                   FROM   EMPLOYEES);

EXEMPLO 4:

SELECT   JOB_ID, AVG(SALARY)
FROM     EMPLOYEES
GROUP BY JOB_ID
HAVING   AVG(SALARY) = (SELECT  MIN(AVG(SALARY))
                        FROM   EMPLOYEES
                        GROUP BY JOB_ID);

EXEMPLO 5 (ERRO)

SELECT  EMPLOYEE_ID, LAST_ANME
FROM    EMPLOYEES
WHERE   SALARY = (SELECT MIN(SALARY)
                  FROM    EMPLOYEES
                  GROUP BY DEPARTMENT_ID);

EXEMPLO 6 (RETORNO NULO)

SELECT  EMPLOYEE_ID, LAST_NAME
FROM    EMPLOYEES
WHERE   COMMISSION_PCT = (SELECT COMMISSION_PCT
                          FROM    EMPLOYEES
                          WHERE FIRST_NAME = 'Santiago');

SUBQUERIES DE VÁRIAS LINHAS

  • Quando temos em uma Subquerie que retorna várias linhas, temos que verificar qual o operador que podemos utilizar. O operador precisa ser compatível com a quantidade de retorno;
  • Quando temos essa situação, temos que utilizar os operadores IN, ANY e ALL;

EXEMPLO DE IN

SELECT  JOB_ID, FIRST_NAME, SALARY
FROM    EMPLOYEES
WHERE   SALARY IN (SELECT MIN(SALARY)
                   FROM EMPLOYEES
                   GROUP BY JOB_ID)
ORDER BY JOB_ID;

EXEMPLO DE ANY

SELECT    EMPLOYEE_ID,   FIRST_NAME,
          JOB_ID, SALARY
FROM    EMPLOYEES
WHERE   SALARY < ANY (SELECT SALARY
                      FROM EMPLOYEES
                      WHERE JOB_ID = 'IT_PROG')
        AND JOB_ID <> 'IT_PROG'
ORDER BY SALARY DESC;

EXEMPLO DE ALL

SELECT    EMPLOYEE_ID,   FIRST_NAME,
          JOB_ID,   SALARY
FROM      EMPLOYEES
WHERE     SALARY > ALL (SELECT SALARY
                        FROM EMPLOYEES
                        WHERE JOB_ID = 'IT_PROG')
              AND JOB_ID <> 'IT_PROG'
ORDER BY SALARY DESC;

OPERADORES DE CONJUNTO

  • São utilizados geralmente para se fazer a união de duas ou mais queries
  • Trará um único resultado da consulta obtida;
  • Geralmente, precisam ser compatíveis os tipos e quantidade de colunas;
  • Podemos utilizar os seguintes comandos de operadores de conjunto: UNION, UNION ALL, INTERSECT, MINUS;

UNION: Retorna todas as linhas distintas das consultas que estarão envolvidas, precisando ter quantidade de colunas e tipos iguais; UNION ALL: Retorna todas as linhas (inclusive as duplicadas) das consultas que estarão envolvidas, precisando ter quantidade de quantidade de colunas e tipos iguais; Se possível, utilize o UNION ALL ao invés de UNION, pois ele tem mais performance no retorno de dados;

INTERSECT: Retorna todas as linhas das consultas que estarão envolvidas, presentes em ambas consultas (ou demais consultas); MINUS: Retorna todas as linhas que estão na primeira consulta que não estão na segunda consulta;

ORDEM DE EXECUÇÃO DOS OPERADORES

  • Para o ORACLE, não há um operador que tenha prioridade de primeira execução;
  • A ordem padrão de execução é de cima para baixo;
  • A ordem de execução pode ter colocação de prioridade colocando parênteses;

UNION

  • Retorna o resultados de duas ou mais consultas, eliminando resultados repetidos;
  • A repetição de resultados é considerada toda a tupla;
  • Os tipos de dados e quantidade de colunas devem ser os mesmos entre as queries;
  • Não é necessário ter o mesmo nome de colunas entre as queries;
  • Valores duplicados não serão ignorados (o comando irá retirar valores repetidos)
  • O operador IN é executado antes do operador UNION;
  • Será feito um ORDER BY automático da primeira coluna;

EXEMPLO DE UNION

SELECT  EMPLOYEE_ID, JOB_ID
FROM    EMPLOYEES
UNION
SELECT  EMPLOYEE_ID, JOB_ID
FROM    JOB_HISTORY;

UNION ALL

  • Retorna o resultados de duas ou mais consultas, INCLUSIVE resultados repetidos;
  • Possui as mesmas diretivas do UNION;
  • NÃO ordena o resultado pela primeira coluna;
  • O operador DISTINCT não pode ser utilizado;
  • O retorno é mais rápido que a utilização do UNION;

EXEMPLO DE UNION ALL

SELECT  EMPLOYEE_ID, JOB_ID
FROM    EMPLOYEES
UNION ALL
SELECT  EMPLOYEE_ID, JOB_ID
FROM    JOB_HISTORY;

SELECT    EMPLOYEE_ID,
JOB_ID,
DEPARTMENT_ID
FROM    EMPLOYEES

UNION ALL
SELECT    EMPLOYEE_ID,
JOB_ID,
DEPARTMENT_ID
FROM    JOB_HISTORY;

INTERSECT

  • Retorna as linhas que estejam em duas ou mais consultas, ou seja, somente os resultados iguais das consultas são retornados pelo operador;
  • Faz a intersecção dos resultados de todas as consultas;
  • É necessário ter o mesmo número e tipos de colunas;
  • A ordem das consultas não influenciam no resultado;
  • O INTERSECT não ignora valores nulos;

EXEMPLO DE INTERSECT
pre class=”brush: sql; title: ; notranslate” title=””>
SELECT  EMPLOYEE_ID, JOB_ID
FROM    EMPLOYEES
INTERSECT SELECT  EMPLOYEE_ID, JOB_ID
FROM    JOB_HISTORY;

 

MINUS

  • Retorna as linhas da primeira consulta que NÃO estão na segunda consulta;
  • Faz a “subtração” de linhas entre a primeira e segunda consulta;
  • Caso tenha mais de duas consultas, a resolução é feita de cima para baixo;
  • É necessário ter o mesmo número e tipo de colunas nas consultas;
  • A alteração das consultas influencia no resultado final;
  • Todas as colunas da cláusula WHERE precisam estar na cláusula SELECT;
  • EXEMPLO DE MINUS
    SELECT  EMPLOYEE_ID, JOB_ID
    FROM    EMPLOYEES
    MINUS
    SELECT  EMPLOYEE_ID, JOB_ID
    FROM    JOB_HISTORY;
    

  • DIRETRIZES GERAIS

  • Para qualquer operador, o número de colunas e os tipos de dados devem ser equivalentes entre as consultas;
  • A utilização de parênteses altera a sequencia de execução dos operadores;
  • ORDER BY só pode ser usada no final da instrução;
  • ORDER BY aceitará somente os nomes das colunas da primeira consulta ou a notação posição;
  • O nome das colunas são considerados os da primeira consulta;
  • Tuplas duplicadas são eliminadas automaticamente, com exceção de UNION ALL;
  • Por padrão, as saídas são ordenadas em ordem crescente, com exceção de UNION ALL;
  • Quando o número de colunas não são correspondentes entre as consultas, é possível resolver com NULL, ou com uma constante do mesmo tipo equivalente;
  • É possível adicionar uma coluna virtual para ordenação de linhas entre as consultas;
  • EXEMPLO DE TIPOS DE DADOS
    SELECT  DEPARTMENT_ID, NULL AS LOCATION,
    HIRE_DATE
    FROM    EMPLOYEES
    UNION
    SELECT  DEPARTMENT_ID,  LOCATION_ID,
    TO_DATE(NULL)
    FROM    DEPARTMENTS;
    

    EXEMPLO DE ORDEM

    SELECT    DEPARTMENT_ID, HIRE_DATE,
    2 AS ORDEM
    FROM    EMPLOYEES
    UNION
    SELECT    DEPARTMENT_ID,  TO_DATE(NULL),
    1 AS ORDEM
    FROM    DEPARTMENTS
    ORDER BY ORDEM;
    

Banco de Dados II – Aula 05

JOINS

  • Utilizamos JOINS quando precisamos consultar tabelas relacionadas numa única sentença SELECT;
  • Os JOINS são muito utilizados em banco de dados relacionais, pois grande partes das consultas utilizam mais de uma tabela;
  • O ORALCE 11g utiliza o padrão SQL 99, possuindo algumas sintaxes para diferentes tipos de JOINS;

NATURAL JOINS

  • Une duas ou mais tabelas que tenham colunas do mesmo nome e do mesmo tipo;
  • Caso se tenha o tipo de dado diferente, o ORACLE irá retornar um erro;
  • Quando há mais de um campo com o mesmo nome e tipo de dados em tabelas diferentes que estão sendo avaliados pelo NATURAL JOIN, todos esses campos são considerados;
  • Quando utilizamos o USING, NÃO podemos usar ALIAS em nomes de colunas e tabelas
  • EXEMPLO DE NATURAL JOINS
SELECT  *
FROM    EMPLOYEES;

SELECT  *
FROM    DEPARTMENTS;

SELECT  FIRST_NAME, LAST_NAME, DEPARTMENT_NAME
FROM    EMPLOYEES
        NATURAL JOIN DEPARTMENTS
WHERE   DEPARTMENT_NAME IN ('IT','Finance','Sales');

JOIN COM USING

  • Utilizamos USING quando precisamos relacionar uma coluna entre diferentes tabelas (diferente do NATURAL, que irá obrigatoriamente fazer o relacionamento com todas);
  • Quando utilizamos o USING, NÃO podemos usar ALIAS em nomes de colunas e tabelas (DENTRO DO USING);
  • EQUIJOIN é um join interno, a qual é uma alternativa de utilização do USING e NATURAL JOIN, sendo muito utilizado para ligar tabelas com chaves primárias e estrangeiras;
  • Aconselhável utilização de ALIAS, mas não são obrigatórios;
  • ALIAS podem ter até 30 caracteres.
  • Se o ALIAS for especificado, é necessário utilizá-lo em todo comando;
  • EXEMPLO DE USING
SELECT  EMPLOYEES.EMPLOYEE_ID,
        EMPLOYEES.LAST_NAME,
        DEPARTMENTS.LOCATION_ID,
        DEPARTMENT_ID
FROM    EMPLOYEES
        JOIN DEPARTMENTS
            USING (department_id) ;

--ERRO
SELECT  EMPLOYEES.EMPLOYEE_ID,
        EMPLOYEES.LAST_NAME,
        DEPARTMENTS.LOCATION_ID,
        DEPARTMENTS.DEPARTMENT_ID
FROM EMPLOYEES
     JOIN DEPARTMENTS
         USING (department_id) ;

--ERRO
SELECT  E.EMPLOYEE_ID,
        E.LAST_NAME,
        D.LOCATION_ID,
        DEPARTMENT_ID
FROM    EMPLOYEES E
        JOIN DEPARTMENTS D
           USING (D.department_id);

--EQUIJOIN
SELECT L.CITY, D.DEPARTMENT_NAME
FROM   LOCATIONS L
       JOIN DEPARTMENTS D
           USING (LOCATION_ID)
WHERE  LOCATION_ID = 1400;

CLÁUSULA ON

  • Utilizado em conjunto com JOIN;
  • As colunas não precisam ter o mesmo nome entre tabelas, porém precisam ter o mesmo tipo (ou compatibilizar os tipos);
  • Deixa os códigos mais legíveis, comparando com outros comandos de JOIN;
  • Possível fazer SELF-JOIN, quando uma tabela precisa fazer referencia com ela mesma;
  • No SELF-JOIN, é necessário criar um alias na segunda tabela, para que seja possível fazer o auto-relacionamento;
  • É possível utilizar conectores AND ou OR em JOIN’s, possivelmente fazendo o mesmo papel da cláusula WHERE;
  • No padrão SQL 99, JOIN’s são executados da esquerda para a direita;
  • Quando unimos três ou mais tabelas, também são conhecidos como JOIN’s tridimensionais;

EXEMPLO DE CLÁUSULA ON

SELECT  E.EMPLOYEE_ID,
        E.FIRST_NAME,
        E.DEPARTMENT_ID,
        D.LOCATION_ID
FROM EMPLOYEES E
     JOIN DEPARTMENTS D
         ON (E.DEPARTMENT_ID =   D.DEPARTMENT_ID);

EXEMPLO DE SELF-JOIN

SELECT  E.LAST_NAME AS EMP,   M.LAST_NAME AS MGR
FROM    EMPLOYEES E
        JOIN EMPLOYEES M
            ON (E.MANAGER_ID =   M.EMPLOYEE_ID);

EXEMPLO DE RESTRIÇÃO NO ON

SELECT  E.EMPLOYEE_ID,
        E.FIRST_NAME,
        E.DEPARTMENT_ID,
        D.LOCATION_ID
FROM    EMPLOYEES E
        JOIN DEPARTMENTS D
          ON (E.DEPARTMENT_ID = D.DEPARTMENT_ID)
          AND E.MANAGER_ID = 149;

EXEMPLO DE LIGAÇÃO DE 3 TABELAS

SELECT  EMPLOYEE_ID,
        CITY,
        DEPARTMENT_NAME
FROM    EMPLOYEES E
        JOIN DEPARTMENTS D
          ON D.DEPARTMENT_ID = E.DEPARTMENT_ID
        JOIN LOCATIONS L
          ON D.LOCATION_ID = L.LOCATION_ID;

JOIN INTERNOS E EXTERNOS

  • NO EQUI-JOIN são quando temos que utilizar JOIN’s, porém não contém o operador de igualdade;
  • Não são muito utilizados, pois deixam o código menos legível;
  • EXEMPLO
SELECT      E.LAST_NAME,
            E.SALARY,
            J.JOB_TITLE
FROM        EMPLOYEES E
            JOIN  JOBS J
              ON E.SALARY BETWEEN   J.MIN_SALARY
              AND J.MAX_SALARY;
  • Sendo os JOIN’S INTERNOS, o NATURAL JOIN, USING e ON retornam o resultado de apenas linhas iguais entre as tabelas que estão envolvidas;
  • Sendo os JOIN’s EXTERNOS, LEFT, RIGHT e FULL JOIN, servem para retornar resultado que não tenham apenas linhas iguais;

LEFT OUTER JOIN ou LEFT JOIN

  • Retorna todas as linhas que estão na esquerda do JOIN (como se fosse a tabela principal), sem necessariamente ter uma linha correspondente no lado oposto do JOIN;
  • Para melhor visualizar, coloque em uma única linha as tabelas dos lados do JOIN;
  • EXEMPLO DE LEFT OUTER JOIN
SELECT  E.FIRST_NAME,
        E.LAST_NAME,
        E.DEPARTMENT_ID,
        D.DEPARTMENT_NAME
FROM    EMPLOYEES E
        LEFT OUTER JOIN DEPARTMENTS D
          ON E.DEPARTMENT_ID = D.DEPARTMENT_ID;

RIGHT OUTER JOIN ou RIGHT JOIN

    • Retorna todas as linhas que estão na direita do JOIN (como se fosse a tabela principal), sem necessariamente ter uma linha correspondente no lado oposto do JOIN;
    • Para melhor visualizar, coloque em uma única linha as tabelas dos lados do JOIN;
    • EXEMPLO DE RIGHT OUTER JOIN
      SELECT  E.FIRST_NAME,
              E.LAST_NAME,
              E.DEPARTMENT_ID,
              D.DEPARTMENT_NAME
      FROM    EMPLOYEES E
              RIGHT OUTER JOIN DEPARTMENTS D
                ON E.DEPARTMENT_ID = D.DEPARTMENT_ID;

FULL OUTER JOIN OU FULL JOIN

  • Retorna todas as linhas que estão na direita do JOIN e na esquerda do JOIN (ao mesmo tempo);
  • FULL OUTER JOIN é diferente de ter na mesma expressão SQL o LEFT e RIGHT JOIN;
  • EXEMPLO DE FULL OUTER JOIN
SELECT  E.FIRST_NAME,
        E.LAST_NAME,
        E.DEPARTMENT_ID,
        D.DEPARTMENT_NAME
FROM    EMPLOYEES E
        FULL OUTER JOIN DEPARTMENTS D
          ON E.DEPARTMENT_ID = D.DEPARTMENT_ID;

CROSS JOIN

    • Produtos cartesianos são quando todas as linhas da primeira tabela são relacionadas com todas as linhas da segunda tabela;
    • Tem pouca utilização no dia a dia;
    • Pode-se fazer massa de dados para testes, dependendo dos dados que a tabela tenha;
    • Irá retornar a quantidade de linhas resultado da multiplicação do número de linhas das duas tabelas;
    • Pode-se fazer CROSS JOIN com quaisquer tabelas, porém, a combinação dos dados não teria muito sentido;
    • EXEMPLO DE CROSS JOIN
      SELECT  E.FIRST_NAME,
              E.LAST_NAME,
              E.DEPARTMENT_ID,
              D.DEPARTMENT_NAME
      FROM    EMPLOYEES E
              CROSS JOIN DEPARTMENTS D;

 

EXERCÍCIOS

Utilize o schema HR do banco de dados Oracle 11g XE

  1. Selecione o código do departamento, nome do departamento e quantidade de funcionários que trabalham no respectivo departamento;
  2. Selecione o código do departamento, nome do departamento e a média de salário do respectivo departamento;
  3. Selecione o código do serviço (job_id), a descrição do serviço, o maior valor de salário, o menor valor de salário e a média de salário por job_id;
  4. Selecione a soma de todos os salários dos funcionários subordinados à Steven King (inclusive o próprio Steven King)
  5. Selecione o nome e sobrenome dos empregados a qual o seu salário seja maior que a média dos salários do departmamento de TI (IT_PROD)

 

Banco de Dados II – Aula 04

FUNÇÕES DE CONVERSÃO

  • Existem 2 tipos de funções de conversão: implícitas e explícitas;
  • Implícitas o ORACLE converte para o tipo apropriado;
  • Explicitas o usuário faz a utilização manualmente;
  • Sempre que possível, utilizar conversões explícitas;

CONVERSÃO IMPLÍCITAS:

  • O ORACLE automaticamente faz:
    • VARCHAR2 ou CHAR para NUMBER;
    • VARCHAR2 ou CHAR para DATE;
    • NUMBER para VARCHAR2;
    • DATE para VARCHAR2;
  • EXEMPLO:… WHERE NUMERO = ‘25’;… WHERE DATANASC = ’10/23/2000’;

conversoesoracle

http://oracledbagirl.blogspot.com.br/2014/11/funcoes-de-conversao.html

TO_CHAR PARA DATE

  • Tanto TO_CHAR quanto TO_DATE, tem praticamente a mesma formatação;
  • Necessário estar limitado entre aspas simples;
  • É CASE SENSITIVE;

FORMATOS DE DADOS MAIS UTILIZADOS

Formato Significado
YYYY Ano completo com 4 dígitos
YEAR Ano por extenso (em inglês)
MM Mês com 2 dígitos em formato numérico
MONTH Nome do mês por extenso (em inglês)
MON Mês abreviado com 2 dígitos (em inglês)
DY Dia da semana abreviado por extenso (em inglês)
DAY Dia da semana por extenso (em inglês)
DD Dia com 2 dígitos por extenso (em inglês)

OUTROS FORMATOS DE DATAS

Formato Significado
SCC ou CC Acrescenta o A.C. no século
Anos em datas YYYY ou SYYYY Ano; Acrescenta o A.C.
YYY, YY ou Y Últimos 3, 2 ou 1 dígito do ano
Y.YYY Ano com formatação de ponto
IYYY, IYY ou IY Últimos 3, 2 ou 1 dígito do ano no padrão ISSO
SYEAR ou YEAR Ano por extenso, quando tem o S inclui prefixo A.C.
BC ou AD Indica o ano AC ou DC
B.C. ou A.D. Indica o ano A.C. ou D.C. (com pontos)
Q Trimestre do ano
MM Mês com 2 dígitos

OUTROS FORMATOS DE DATAS

 Formato Significado
MONTH Mês por extenso, com 9 dígitos, preenchidos com espaços em branco
MON Mês com abreviação com 3 dígitos
RM Mês em numeral romano
WW ou W Semana do ano ou mês
DDD, DD ou D Dia do ano, do mês ou da semana
DAY Dia por extenso, com 9 dígitos, preenchidos com espaços em branco
DY Dia com abreviação com 3 dígitos
J Dia juliano, desde 31/12/4713 A.C. (número de dias)

FORMATOS DE HORÁRIO

 Formato Significado
AM ou PM Indica o meridiano
A.M. ou P.M. Indica o meridiano com pontos
HH ou HH12 ou HH24 Hora do dia, hora de 1-12 ou hora de 0 a 24
MI Minutos de 0-59
SS Segundos de 0-59
SSSSS Segundos após meia-noite de 0-86399

OUTROS FORMATOS DE DATAS

 Formato Significado
/ , . Pontuação será produzida no resultado
“of the” String será produzida no resultado
TH Numero ordinal (3TH, 4TH)
SP Número por extenso (FOUR, FIVE)
SPTH ou THSP Número ordinal por extenso (FORURTH, FIVETH)

TO_CHAR PARA DATE

  • O formato de data RR é semelhante ao formato YY, porém é específico para distinguir séculos diferentes;
  • Para o século atual, o ORACLE considera os anos de 00 a 49;
  • Para o século anterior, o ORACLE considera os anos de 50 a 99;
  • Exemplos
SELECT SYSDATE FROM DUAL;

SELECT TO_CHAR(SYSDATE,'mm/dd/yyyy') FROM DUAL;

SELECT TO_CHAR(SYSDATE,'dd/mm/yyyy') FROM DUAL;

SELECT TO_CHAR(SYSDATE,'DAY-MONTH-YEAR') FROM DUAL;

SELECT TO_CHAR(SYSDATE,'mm/dd/yyyy HH24:MI:SS') FROM DUAL;

 

alter session set nls_date_format = 'DD-MON-YYYY HH24:MI:SS';

SELECT TO_DATE('01/01/97','DD/MM/YY') FROM DUAL;

SELECT TO_DATE('01/01/97','DD/MM/RR') FROM DUAL;

SELECT TO_DATE('01/01/49','DD/MM/RR') FROM DUAL;

SELECT TO_DATE('01/01/50','DD/MM/RR') FROM DUAL;

select trunc(to_date('27-Jul-1987'),'YYYY') FROM dual;

select trunc(to_date('27-Jul-1987'),'RRRR') FROM dual;

TO_CHAR PARA NÚMEROS

  • O tipo de dados é de NUMBER para VARCHAR2;
  • Muito utilizado para concatenação de dados;
  • O ORACLE também faz conversão implícita de VARCHAR2 para NUMBER, quando possível;
  • Exemplos
SELECT FIRST_NAME, SALARY FROM   EMPLOYEES;

SELECT FIRST_NAME, TO_CHAR(SALARY,'L99999D99') AS SALARY FROM   EMPLOYEES;

SELECT TO_CHAR(1234,'099999') FROM DUAL;

SELECT TO_CHAR(-1234,'9999MI') FROM DUAL;

SELECT TO_CHAR(1234,'S9999') FROM DUAL;

SELECT TO_CHAR(-1234,'S9999') FROM DUAL;

TO_CHAR PARA DATE

  • PRINCIPAIS ELEMENTOS
Caracter Significado
9 Representa um número
0 Impõe a exibição de um zero
$ Insere um sinal de dólar
L Usa o símbolo da moeda local
. Imprime uma casa decimal
, Imprime uma virgula como indicador de milhar
D Retorna caracter especial na posição especificada (por padrão é ,)
MI Sinal de – à direita (valores negativos)

ORDEM DE EXECUÇÃO DAS FUNÇÕES

  • A ordem de execução é feita de dentro para fora, quando existe mais de uma função na mesma expressão;
  • Exemplo
SELECT INITCAP( CONCAT( SUBSTR( UPPER(FIRST_NAME),1,3),'_ORACLE') 
FROM EMPLOYEES

FUNÇÕES COM VALORES NULOS

  • Existem funções que podem fazer o tratamento de campos com valores nulos;
  • O valor NULO não é espaço em branco ou zeros, portanto, precisam ter funções especiais para que sem manipulados corretamente;

Comando NVL

  • Faz a conversão de um valor nulo em outro valor;
  • Sintaxe:
    • NVL(expr1,expr2)
  • Exemplo
SELECT first_name, 
       NVL(commission_pct,0), 
       commission_pct + 12 as "COMISSAO ANUAL" 
FROM   EMPLOYEES;

Comando NVL2

  • Compara se a expressão 1 não for nula, retorna a expressão 2; se a expressão 1 for nula, retorna a expressão 3;
  • Sintaxe:
    • NVL2(expr1,expr2, expr3)
  • Exemplo
SELECT first_name, 
       salary, 
       commission_pct, 
       NVL2(commission_pct, 'SALARIO / COMISSAO','SALARIO') 
FROM   employees;

Comando NULLIF

  • Compara se as duas expressões tem valores iguais. Caso sim retorna o valor NULL, e caso não, retorna o valor da expressão 1;
  • Sintaxe:
    • NULLIF(expr1,expr2)
  • Exemplo
SELECT first_name,
       last_name,
       LENGTH(first_name),   
       LENGTH(last_name),   
       NULLIF(LENGTH(first_name),        
       LENGTH(last_name))
FROM   employees;

Comando COALESCE

  • Retorna o primeiro valor NÃO NULO de uma lista de expressões;
  • Sintaxe:
    • COALESCE(expr1,expr2,expr3,… exprN);
  • Exemplo
SELECT last_name,
       manager_id,
       commission_pct,
       COALESCE(manager_id,
                commission_pct,
                -1)
FROM   employees
ORDER BY commission_pct DESC;

EXPRESSÕES CONDICIONAIS

  • Permitem utilizar IF.. THEN.. ELSE nas expressões SQL;
  • Podemos utilizar o CASE (padrão ANSI) e o DECODE (exclusivo do ORACLE)

Comando CASE

  • Praticamente tem a mesma função de expressões condicionais nas demais linguagens de programação (IF … THEN…ELSE)
  • Sintaxe do Comando CASECASE expr1WHEN comp_expr1 THEN retorno_expr1
    WHEN comp_expr2 THEN retorno_expr2
    WHEN comp_expr3 THEN retorno_expr3
    ELSE retorno_else
    END;
    
  • Exemplo de CASE
SELECT last_name, job_id, salary,
       CASE job_id
         WHEN 'IT_PROG' THEN salary * 1.20
         WHEN 'ST_CLERCK' THEN salary * 1.30
         WHEN 'SA_REP' THEN salary * 1.50
         ELSE salary
       END "NOVO SALARIO"
FROM   employees;

Comando DECODE

  • É uma versão simplificada do CASE (em termos de parâmetros), tendo a mesma finalidade;
  • Sintaxe: DECODE (expr1, busca1, resultado1, busca2, resultado2, …, retorno_default);
  • Exemplo
SELECT last_name, job_id, salary,
       DECODE (job_id, 'IT_PROG', salary * 1.20,
       'ST_CLERCK', salary * 1.30,
       'SA_REP', salary * 1.50,
       salary) "NOVO SALARIO"
FROM   employees;

FUNÇÕES DE GRUPO

  • Geralmente são utilizados para obter resultados sumarizados (resultados agrupados);
  • Pode ser aplicado na tabela inteira, ou em um determinado grupo;
  • Utiliza-se a função de grupo na sentença SELECT;
  • Na cláusula GROUP BY é onde será a determinação de qual dado será agrupado;

COMANDO AVG

  • Retorna a média aritmética de um determinado campo dividido pelo número de linhas de retorno da tabela;
  • Sintaxe: AVG([DISTINCT | ALL] n)
  • EXEMPLO DE COMANDO AVG
SELECT  AVG(SALARY)
FROM    EMPLOYEES;

SELECT  AVG(COMMISSION_PCT)
FROM    EMPLOYEES;

SELECT  AVG(NVL(COMMISSION_PCT,0))
FROM    EMPLOYEES;

COMANDO COUNT

  • Retorna o número de linhas ou quantidade de campos não nulos de uma tabela;
  • Sintaxe: COUNT(* | DISTINCT | ALL expr)
  • EXEMPLO DE COMANDO COUNT
SELECT  COUNT(*)
FROM    EMPLOYEES;

SELECT  COUNT(COMMISSION_PCT)
FROM    EMPLOYEES;

SELECT COUNT(DISTINCT JOB_ID)
FROM   EMPLOYEES;

COMANDO MAX

  • Retorna o valor máximo da expressão, ignorando os valores nulos;
  • Sintaxe: MAX([DISTINCT | ALL] expr)
  • EXEMPLO COMANDO MAX
SELECT    MIN(START_DATE),   MAX(START_DATE)
FROM      JOB_HISTORY;

COMANDO MIN

  • Retorna o valor mínimo da expressão, ignorando os valores nulos;
  • Sintaxe: MIN([DISTINCT | ALL] expr)
  • EXEMPLO COMANDO MIN E MAX
SELECT    MIN(FIRST_NAME),   MAX(FIRST_NAME)
FROM      EMPLOYEES;

COMANDO SUM

  • Retorna a soma de valores de uma expressão, ignorando os valores nulos;
  • Sintaxe: SUM([DISTINCT | ALL] expr)
  • EXEMPLO DE COMANDO SUM
SELECT  SUM(SALARY)
FROM      EMPLOYEES;

COMANDO STDDEV

  • Retorna o desvio padrão, ignorando os valores nulos;
  • Sintaxe: STDDEV([DISTINCT | ALL] expr)

COMANDO VARIANCE

  • Retorna a variação, ignorando os valores nulos;
  • Sintaxe: VARIANCE([DISTINCT | ALL] expr)

FUNÇÕES DE GRUPO COM AGRUPAMENTO

  • O agrupamento irá fazer com que dados sejam agrupados e geralmente terá uma função de grupo associada;
  • A cláusula GROUP BY precisa estar na sentença do comando SQL, contendo todos os campos que estão no SELECT, menos as próprias funções de grupo;
  • O agrupamento deve ser aplicado a dados que tenham repetição, ou que se consiga fazer operações matemáticas;
  • Não há muito sentido em fazer agrupamentos, por exemplo em campos que são chave primária, pois o conteúdo nunca se repete;
  • Os resultados retornarão uma ou mais linhas, com resultados sumarizados;
  • Não é possível utilizar apelidos das colunas na cláusula GROUP BY.
  • EXEMPLOS DE GROUP BY
SELECT    JOB_ID, COUNT(*)
FROM      EMPLOYEES
GROUP BY  JOB_ID
ORDER BY  COUNT(*) DESC;

SELECT    DEPARTMENT_ID, SUM(SALARY)
FROM      EMPLOYEES
GROUP BY  DEPARTMENT_ID
ORDER BY  DEPARTMENT_ID NULLS FIRST;

SELECT    DEPARTMENT_ID, AVG(SALARY)
FROM      EMPLOYEES
GROUP BY  DEPARTMENT_ID

SELECT    DEPARTMENT_ID, MAX(SALARY)
FROM      EMPLOYEES
GROUP BY  DEPARTMENT_ID;

SELECT    DEPARTMENT_ID, MIN(SALARY)
FROM      EMPLOYEES
GROUP BY  DEPARTMENT_ID;

FUNÇÕES DE GRUPO COM HAVING

  • A cláusula HAVING sempre será utilizada com GROUP BY;
  • Ela serve para fazer limitação de linhas, a qual é aplicada no GROUP BY;
  • Dê preferencia para fazer limitações de linhas sempre que possível na cláusula WHERE;
  • A sequencia que o ORACLE executa um comando SQL quando se tem um HAVING:
    • 1 – As linhas agrupadas;
    • 2 – A função de grupo é aplicada;
    • 3 – os grupos filtradas na cláusula HAVING são exibidos;
  • A ordem de função de grupo tem a mesma ordem das outras funções, ou seja, funções mais internas são executadas primeiro;
  • É possível ter no máximo 2 funções de grupos na mesma sentença;
  • EXEMPLO DE HAVING
SELECT    DEPARTMENT_ID, MAX(SALARY)
FROM      EMPLOYEES
GROUP BY  DEPARTMENT_ID
HAVING    MAX(SALARY) > 10000;

SELECT    DEPARTMENT_ID, AVG(SALARY)
FROM      EMPLOYEES
GROUP BY  DEPARTMENT_ID
HAVING    MAX(SALARY) > 10000;

SELECT    JOB_ID, SUM(SALARY)
FROM      EMPLOYEES
GROUP BY  JOB_ID
HAVING    SUM(SALARY) > 10000
ORDER BY  SUM(SALARY);

SELECT  MAX(AVG(SALARY))
FROM   EMPLOYEES
GROUP BY DEPARTMENT_ID;

SELECT  SUM(AVG(SALARY))
FROM   EMPLOYEES
GROUP BY JOB_ID;

 

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