Arquivos de Categoria: Administração SQL Server

Banco de Dados II – Aula 15

BACKUP

  • Um membro do role de servidor sysadmin pode fazer backup de qualquer banco de dados da instancia e os membros do role de banco de dados db_owner podem fazer backup de seus banco de dados.
  • Voce também pode adicionar um usuário no role de banco de dados fixo db_backupoperator para permitir ao usuário fazer backup de um banco de dados, enquanto impede qualquer outro acesso ao banco de dados.

TIPOS DE BACKUP

  • O SQL Server apresenta quatro diferentes tipos de backup :
    • Completo;
    • Diferencial;
    • Log de Transação;
    • Grupo de arquivos (filegroups)

BACKUP COMPLETO

  • Um backup completo captura todas as páginas que contêm dados dentro de um banco de dados.
  • As páginas que não contém dados não são incluídas no backup.
  • Portanto, um backup nunca é maior (e, a maioria dos casos, é menor) do que o banco de dados para o qual é criado.
  • Um backup completo é a base para a recuperação de um banco de dados e deve existir antes que você possa usar um backup diferencial ou de log de transação;
  • Como é mais comum fazer backup do que restaurar um banco de dados, o mecanismo de backup é otimizado para o processo de backup.

BACKUP

  • Quando um backup é iniciado, o mecanismo de backup captura as páginas dos arquivos de dados o mais rapidamente possível, sem considerar a ordem das páginas, vários threads podem ser usados para gravar páginas em seu dispositivo de backup.
  • Um backup pode ser executado concomitantemente com outras operações do banco de dados.
  • Como pode ser feita alterações no banco de dados enquanto um backup está em execução, o SQL Server precisa acomodá-las ao passo que também garante que os backups sejam consistentes para propósitos de restauração.
  • O fator limitante para a velocidade de um backup é o desempenho do dispositivo onde o backup está sendo gravado.
  • As únicas operações que não são permitidas durante um backup completo são: adicionar ou remover um arquivo do banco de dados e reduzir um banco de dados;
  • Os dois únicos parâmetros exigidos para um backup são o nome do banco de dados e o dispositivo de backup.
  • Quando você especifica um dispositivo de disco para backup, um diretório e um nome de arquivo podem ser especificados;
  • Se não for especificado um diretório, o SQL Server fará o backup no disco e gravará o arquivo no diretório padrão configurado na instancia;
  • Embora a maioria dos backups seja gravada em um único arquivo em disco ou em um único dispositivo em fita, você pode especificar até 64 dispositivos de backup.
  • Quando você especifica mais de um dispositivo de backup, o SQL Server divide o striped backup (backup em faixas) por todos os dispositivos especificados.
  • Quando o SQL Server coloca um striped backup em vários dispositivos, é obrigatório que todos os dispositivos restaurem com sucesso.
  • O SQL Server não fornece failover ou tolerância à falhas dentro do conjunto de faixas. O conjunto de faixas é utilizado estritamente para propósitos de desempenho.

EXEMPLO DE STRIPED BACKUP

--striped backup

use master
go 

--Em Windows
BACKUP DATABASE AdventureWorks2012
  TO DISK = 'C:\temp\AWorks2012_1.bak',
  DISK = 'C:\emp\AWoks2012_2.bak'
GO

--Em Linux
BACKUP DATABASE [AdventureWorks2016CTP3]
  TO DISK = '/var/opt/mssql/AdvWorks2016_1.bak',
  DISK = '/var/opt/mssql/AdvWorks2016_2.bak'
GO

MIRROR TO

  • A cláusula MIRROR TO oferece um recurso interno para criar até quatro cópias de um backup em uma única operação.
  • Quando você inclui a cláusula MIRROR TO, o SQL Server recupera a página uma vez do banco de dados e grava uma cópia da página em cada espelho de backup.
  • Durante a restauração, os espelhos tem um pequeno número de requisitos:
    • Todos os dispositivos de backup devem ser o mesmo tipo de mídia;
    • Cada espelho deve ter o mesmo número de dispositivos de backup;
    • WITH FORMAT deve ser especificado no comando de backup;

DIMINUINDO TEMPOS DE BACKUP

  • A sobrecarga da compactação sempre vale a pena.
  • O tempo economizado por um backup compactado supera em muito a sobrecarga associada à operação de compactação.
  • O SQL Server tem uma opção de configuração chamada padrão de compactação de backup (backup compression default)
  • Você pode configurar de modo a sempre ter backups compactados, independente de especificar a compactação explicitamente, porém está disponível somente no SQL Server Enterprise.
  • Um único dispositivo de backup pode conter vários backups
  • As opções INIT/NOINIT de um comando BACKUP controlam se um arquivo de backup existente é sobrescrito ou recebe anexação.
  • Quando você especifica NOINIT e está fazendo backup em um arquivo já existente, o SQL Server anexa o novo backup no final do arquivo.
  • Se você especifica INIT e o arquivo já existe, o SQL Server sobrescreve o arquivo com o conteúdo do novo backup.
  • Quando CHECKSUM é especificado, o SQL Server confere a soma de verificação da página, se ela existir, antes de gravar a página do backup.
  • Além disso, é calculada uma soma de verificação para o backup inteiro, a qual pode ser usada para determinar se o backup foi corrompido.

BACKUP DE LOG DE TRANSAÇÃO

  • Cada alteração física feita em um banco de dados tem uma entrada inserida no log de transação.
  • Cada linha recebe um número exclusivo internamente, chamado LSN (Log Sequence Number).
  • O LSN é um numero inteiro que começa do 0 quando o banco de dados é criado e é incrementado até o infinito
  • Um LSN nunca é reutilizado para um banco de dados e é sempre incrementado.
  • Basicamente, um LSN fornece um número em sequencia para cada alteração feita em um banco de dados.
  • O conteúdo de um log de transação é dividido em 2 partes básicas – uma ativa e uma inativa.
  • A parte inativa contém todas as alterações efetivadas no banco de dados.
  • A parte ativa contém todas as transações ainda não efetivadas.Quando um backup de log de transação é executado, o SQL Server inicia no menor LSN do log de transação e começa a gravar cada registro de log de transação sucessivo no backup.
  • Assim que o SQL Server atinge o primeiro LSN que ainda não foi efetivado (isto é, a transação aberta mais antiga), o backup de log de transação termina.
  • Então, a parte do log de transação que teve o backup feito é removida, permitindo que o espaço seja reutilizado.
  • Com base no número de sequencia é possível restaurar um backup de log de transação após o outro para recuperar um banco de dados em qualquer ponto no tempo, simplesmente seguindo o encadeamento de transações, conforme identificado pelo LSN.
  • Como os backups de log de transação se destinam a ser restaurados um após o outro, as constraints sobre eles dependem de se ter a sequencia de LSNs inteira intacta.
  • Um backup de log de transação reúne todas as transações efetivadas no log desde o último backup de log de transação.
  • Conteúdo, como um backup de log de transações contém apenas as transações que foram executadas no banco de dados, você precisa de um ponto de partida para o encadeamento de logs de transação.
  • Antes de executar um backup de log de transação, você deve fazer um backup completo.
  • Após o primeiro backup você pode restaurar o banco de dados em qualquer ponto no tempo, desde o encadeamento de logs de transação não seja interrompido.
  • Backups completos adicionais podem ser criados para se ter um ponto de partida mais recente para uma operação de restauração.
  • Independente do número de backups completos criados, desde que você não tenha introduzido uma lacuna no encadeamento de LSNs, pode começar com qualquer backup completo e restaurar qualquer log de transação desse ponto em diante para recuperar um banco de dados.

SINTAXE DO BACKUP DE LOG DE TRANSAÇÃO

Sem título6

BACKUP DIFERENCIAIS

  • Um backup diferencial captura todas as extensões que mudaram desde o último backup completo.
  • O principal objetivo de um backup diferencial é reduzir o número de backups de log de transação que precisam ser restaurados.
  • Um backup diferencial precisa ser aplicado em um backup completo e não pode existir até que um backup completo seja criado.
  • O SQL Server controla cada extensão que foi alterada após um backup completo usando uma página especial no cabeçalho de um banco de dados, chamado DCM (Differential Change Map – mapa de alteração diferencial)
  • Um backup completo zera o conteúdo do DCM.
  • Quando são feitas alterações em extensões dentro do banco de dados, o SQL Server ajusta para 1 o bit correspondente à extensão.
  • Quando um backup diferencial é executado, o SQL Server lê o conteúdo do DCM para localizar todas as extensões que foram alteradas desde o último backup completo.
  • Um backup diferencial não é o mesmo que um backup de log de transação. Um backup diferencial contém todas as páginas alteradas desde o último backup completo.

OPÇÃO COPY ONLY

  • Uma das opções que podem ser especificadas para qualquer tipo de backup é a COPY_ONLY.
  • Cada backup executado em um banco de dados tem um efeito no ponto de partida de uma recuperação e em quais backups podem ser usados.
  • Os backups diferenciais contém todas as extensões que mudaram desde o ultimo backup completo; portanto, todo backup completo executado altera o ponto de partida em que um backup diferencial é baseado.
  • Quando um backup de log de transação é executado, as transações que tiveram o backup feito são removidas do log de transação.
  • Ocasionalmente você precisa gerar um backup para criar um banco de dados para um ambiente de desenvolvimento ou teste.
  • Voce quer ter o conjunto de dados mais recente, mas não quer afetar o conjunto de backup do ambiente de produção.
  • A opção COPY_ONLY permite gerar um backup que pode ser usado para criar o ambiente de desenvolvimento ou teste, mas não afeta o estado do banco de dados nem o conjunto de backups que está em produção.
  • Um backup completo com a opção COPY_ONLY não reinicia a página do mapa de alterações de diferencial e, portanto, não tem nenhum impacto nos backups diferenciais.
  • Um backup de log de transação com a opção COPY_ONLY não remove transações de log de transação.

BACKUP DE GRUPOS DE ARQUIVOS (FILE GROUPS)

  • Embora os backups completos capturem todas as páginas usadas no banco de dados inteiro, o backup completo de um banco de dados grande pode consumir uma quantidade significativa de espaço e tempo.
  • Se você precisa reduzir o tempo de backup, pode contar com o recurso de backups de grupo de arquivos, que permite ter como alvo parte de um banco de dados.
  • Backups de grupo de arquivos podem ser usados em conjunto com os backups diferenciais e de log de transação para recuperar uma parte do banco de dados no caso de uma falha.
  • Além disso, desde que você não precise restaurar o grupo de arquivos principal e esteja usando o SQL Server Enterprise, o banco de dados poderá permanecer online e acessível para os aplicativos durante a operação de restauração.
  • Somente a parte do banco de dados que está sendo restaurada fica offiline.

BACKUPS PARCIAIS

  • Os grupos de arquivo podem ser marcados como somente leitura.
  • Um grupo de arquivos somente leitura não pode ter alterações feitas nos objetos nele armazenados.
  • Como os objetivo dos backups é capturar as alterações para que você possa reconstruir um banco de dados no estado mais atual durante uma operação de recuperação, o backup de grupos de arquivo que não podem mudar consome espaço de forma desnecessária dentro do backup.
  • Para reduzir o tamanho de um backup para apenas os grupos de arquivo que podem mudar, você pode fazer um backup parcial. Os backups parciais são feitos especificando se a opção READ_WRITE_FILEGROUPS

Sem título7

  • Quando um backup parcial é executado, o SQL Server faz o backup do grupo de arquivos principal, de todos os grupos de arquivo de leitura/gravação e de todos os grupos de arquivos somente leitura especificados explicitamente.

CORRUPÇÃO DE PÁGINA

  • A partir do SQL Server 2005, houve a introdução da capacidade de colocar páginas corrompidas em quarentena, enquanto permitia ao banco de dados permanecer online.
  • Executando-se o comando abaixo, o SQL Server detecta páginas corrompidas e as coloca em quarentena.

Sem título8

  • Geralmente a corrupção de páginas são causadas por componentes de hardware que falham, especialmente controladoras e unidades de disco.
  • Antes de uma falha, as controladoras ou unidades de disco podem corromper páginas de dados realizando gravações incompletas;
  • Quando  o SQL Server grava uma página no disco, é calculada uma soma de verificação para a página.
  • Quando você ativa a verificação de página, sempre que uma página é lida do disco o SQL Server calcula uma nova soma de verificação e a compara com a soma de verificação armazenada na página.
  • Se as somas de verificação não corresponderem, o SQL Server retornará um erro e registrará a página em uma tabela no banco de dados msdb;
  • Embora páginas corrompidas possam ser colocadas em quarentena, o SQL Server tem um mecanismo de proteção em vigor para proteger seu banco de dados de uma corrupção generalizada.
  • Há um limite de 1.000 páginas corrompidas no total em um banco de dados.
  • Quando você atinge o limite de páginas corrompidas, o SQL Server tira o banco de dados do ar e coloca em um estado suspeito para protege-lo de danos maiores;

VALIDANDO BACKUP

  • Como os backups são sua apólice de seguro para um banco de dados, você precisa garantir que os backups criados sejam válidos e utilizáveis.
  • Para validar um backup, execute o seguinte comando:

Sem título9

  • Quando um backup é validado, o SQL Server realiza as seguintes verificações:
    • Calcula uma soma de verificação para o backup e compara com a soma de verificação armazenada no arquivo de backup;
    • Verifica se o cabeçalho do backup está gravado corretamente e é válido;
    • Percorre o encadeamento de páginas para certificar-se de que todas as páginas estejam no banco de dados e passam ser localizadas;

EXEMPLOS (MIRROR E COMPACTAÇÃO)

--backup com mirror e compactado

USE master
GO

--Em Windows
BACKUP DATABASE AdventureWorks2012
  TO DISK = 'c:\temp\AWorks_B1.bak'
  MIRROR TO DISK = 'c:\temp\AWorks_B2.bak'
  WITH COMPRESSION, INIT, FORMAT, CHECKSUM, STOP_ON_ERROR


--Em Linux
BACKUP DATABASE [AdventureWorks2016CTP3]
  TO DISK = '/var/opt/mssql/AdvWorks2016_compress.bak'
  MIRROR TO DISK = '/var/opt/mssql/AdvWorks2016_compress2.bak'
  WITH COMPRESSION, INIT, FORMAT, CHECKSUM, STOP_ON_ERROR

EXEMPLOS (BACKUP DE LOG DE TRANSAÇÃO)

--backups de transacao

USE AdventureWorks2012
GO

INSERT INTO HumanResources.Department (Name, GroupName)
VALUES ('TESTE1','Research and Development')
GO

BACKUP LOG AdventureWorks2012
TO DISK = 'c:\temp\AdventureWorks2012_1.trn'
WITH COMPRESSION, INIT, CHECKSUM, STOP_ON_ERROR
GO

--alteracao e backup de log novamente
INSERT INTO HumanResources.Department (Name, GroupName)
VALUES ('TESTE2','Research and Development')
GO

BACKUP LOG AdventureWorks2012
TO DISK = 'c:\temp\AdventureWorks2012_2.trn'
WITH COMPRESSION, INIT, CHECKSUM, STOP_ON_ERROR
GO

EXEMPLOS (BACKUP DIFERENCIAL)

--backup diferencial

USE AdventureWorks2012
GO

INSERT INTO HumanResources.Department (Name, GroupName)
VALUES ('TESTE3','Research and Development')
GO

BACKUP DATABASE AdventureWorks2012
TO DISK = 'c:\temp\AdventureWorks2012_1.dif'
MIRROR TO DISK = 'c:\temp\AdventureWorks2012_2.dif'
WITH DIFFERENTIAL, COMPRESSION, INIT, FORMAT, CHECKSUM, STOP_ON_ERROR
GO

EXEMPLOS (UTILIZANDO DISPOSITIVOS)

–criando um dispositivo de backup. mesmo que o caminho nao exista, ele vai
–criar,pois esta referenciando um dispositivo e nao um arquivo fisico

--teste de caminho inválido

exec sp_addumpdevice 'disk','meudispositivo','c:\a\backup.bak'
go


--caminho válido
exec sp_addumpdevice 'disk','meudispositivo','c:\temp\backup.bak'
go

-- excluindo um dispositivo
exec sp_dropdevice 'meudispositivo'
go

--até agora, foi apenas criado o dispositivo, mas nao o backup em si
backup database AdventureWorks2012 to meudispositivo
go

--para restaurar o banco de dados através do dispositivo
restore database AdventureWorks2012 from meudispositivo
go

--imaginando que seu banco corrompeu e voce nao consegue dar
-- drop no banco de dados
restore database AdventureWorks from meudispositivo with replace

--verificar sempre o modo de compatibilidade de restaurancao do bd
--FULL
--Simple - nao deixa fazer restore de um log
--Bulk log - somente guarda as transacoes do tipo bulk
-- o restore precisa ser compatível com o backup

--criando 2 dispositivos, um para backups full e outro para backup de log
exec sp_addumpdevice 'disk', 'meufull', 'c:\temp\MeuFull.bak'
go

exec sp_addumpdevice 'disk', 'meulog', 'c:\temp\MeuLog.bak'
go

--backup com with init, para nao deixar 2 arquivos no mesmo dispositivo
backup database AdventureWorks2012 to meufull with init

--backup do log
backup log AdventureWorks2012 to meulog
go

 
--simulando mais movimentacao no bd
use AdventureWorks
go

select * from Person.AddressType
go
insert into Person.AddressType (name, rowguid) 
values ('teste1',NewID())
go

 
--voltando ao banco master
use master
go

--backup do log, somente do log
backup log AdventureWorks2012 to meulog
go

 
--demonstrar em ambliente gráfico os arquivos dentro de um dispositivo

--restaurando o backup full e seus logs
--fez o restore somente do full, nao utilizando os logs

restore database AdventureWorks2012 from meufull
go

--fazendo backups novamente com init

backup database AdventureWorks2012 to meufull with init
go

backup log AdventureWorks2012 to meulog with init
go

--esperando pelos logs, em modo restoring
restore database AdventureWorks2012 from meufull with norecovery
Go

--restaurando o primeiro arquivo do log
restore log AdventureWorks2012 from meulog with file=1, recovery
go

-- exemplo de backup diferencial
exec sp_addumpdevice 'disk', 'meudiff', 'c:\temp\meudiff.bak'
go

backup database AdventureWorks2012 to meudiff with differential
go

Video 01

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Banco de Dados II – Aula 14

CONCORRÊNCIA DE TRANSAÇÕES

  • Transação é a forma por um grupo, lote, ou uma série de alterações em uma fonte de dados seja todas atualizadas com sucesso.
  • Caso uma delas venha a falhar, todos as alterações são desfeitas.
  • Para preserver a consistência dos dados envolvidos no lote de atualizações, o SQL Server mantém bloqueios nas linhas que estão sendo atualizadas.
  • O período de tempo que estes bloqueios são mantidos é conhecido como escopo de transação (transaction scope).
  • Uma forma de garantir a concorrência do banco de dados é garantir que os escopos de transação sejam matidos o menor tempo possível, permitindo o SQL Server liberar os bloqueios que estão sendo segurados e permitir que outros usuários acessem as linhas que foram modificadas.
  • As transações são uma forma de garantir as propriedade de atomicidade, consistência, isolamento e durabilidade (ACID) de um banco de dados. (pág. 468)

GERENCIAMENTO DE LOCK DO SQL SERVER

  • SQL Server utiliza, um mecanismo de bloqueio dinâmico cooperativo para proteger a consistência dos dados na base de dados.
  • Os muitos objetos que o SQL Server pode bloquear estão listadas na Tabela seguinte:

Sem título1

  • SQL Server irá travar o número mínimo de recursos necessários para atingir o seu objetivo;
  • Isto é conhecido como bloqueio de multi-granular.
  • Devido a este esquema, o SQL Server não deve apenas assumir os bloqueios que ele necessita (como um bloqueio em uma linha de uma página), mas também deve anunciar a sua intenção de níveis mais elevados.
  • Um exemplo pode ajudar a tornar isso claro.
  • Duas transações, T1 e T2, estão cada um tentando modificar diferentes linhas.
  • Para modificar uma linha, o SQL Server deve ter bloqueios exclusivos na linha que pretende modificar.
  • Se o SQL Server levou apenas o bloqueio exclusivo para T1 em R1, em seguida, T2 pediu um bloqueio em R2, o SQL Server teria que examinar a estrutura da árvore para determinar se essa linha pode ser bloqueado.
  • Isso seria muito custoso (processamento), por isso, SQL Server anuncia a sua intenção de níveis mais altos da árvore, colocando bloqueios de intenção acima da linha e navegar na árvore até a raiz.
  • Como você pode ver na figura seguinte, ao examinar os Locks, a intenção do SQL Server pode determinar rapidamente que há uma intenção de bloqueio exclusivo sobre a tabela, mas a linha de T1 está em uma parte separada da árvore, de modo que SQL Server podem agora adquirir o Lock que requer T2.

Sem título2

  • O SQL Server tem os seguintes bloqueios:

Sem título3

  • Os bloqueios de intenção pode ser considerado como um modificador para os outros modos de bloqueio.
  • Você colocaria um bloqueio compartilhado (S) em uma linha e ler essa linha, e um bloqueio de intenção compartilhado (IS) seriam colocados ao longo da navegação da raiz da B-Tree.

COMPATIBILIDADES DE LOCK

  • Embora alguns tipos de bloqueio impedem de outras transações adquirirem bloqueios no mesmo recurso, muitos bloqueios são compatíveis uns com os outros.
  • Uma tabela de compatibilidade de bloqueio abreviado é mostrada na Tabela 10-4.
  • Lendo este quadro pode ser confuso, por isso um exemplo vai ajudar.
  • Transação T1 atualmente detém um bloqueio de atualização (U) em uma linha.
  • Transação T2 concede um bloqueio compartilhado nessa linha.
  • Ao examinar a matriz, você pode ver que T2 será concedido o bloqueio compartilhado.
  • Com base na discussão anterior sobre bloqueios exclusivos, você pode perguntar por que um bloqueio IX atualmente concedido seria compatível com o pedido de um outro bloqueio IX.
  • Isso ocorre porque os bloqueios de intenção nunca são realizadas no nível do recurso real (como uma linha); eles são, pelo menos, a um nível acima na árvore. (Pág. 471)

Sem título4

  • SQL Server usa o gerenciamento de bloqueio dinâmico para aumentar a concorrência no banco de dados.
  • Por exemplo, se sua transação modifica uma linha em uma tabela, o SQL Server irá fazer um bloqueio de linha para a duração da modificação.
  • No entanto, em grandes tabelas em que seriam necessários muitos bloqueios de linha, o SQL Server, ao contrário, terá uma página ou a tabela de bloqueio.
  • Esta é dependente de todas as operações que levam bloqueios em uma tabela.
  • Se o otimizador de consulta decide que um grande número de linhas serão afetadas, os bloqueios de nível superior podem ser tomadas no início da transação.
  • No entanto, o SQL Server também pode escalar dinamicamente os tipos de bloqueio durante a execução.
  • Se o número total de bloqueios de linha tomadas por consultas por 100 usuários excede o limite, o SQL Server terá um bloqueio de tabela e, em seguida, irá liberar todos os bloqueios de leitura.
  • Isso simplifica o gerenciamento dos bloqueios, mas resulta em diminuição de simultaneidade. (Pág. 472)

NOTE TUNING TIP

Microsoft best practices specify that all tables should have a clustered index created because queries against heaps generally lead to table locks (because all leaf pages have to be scanned for results that match the query predicate) and reduce concurrency. (Pág 472)

NÍVEIS DE ISOLAMENTO DA TRANSAÇÃO

  • A American Nations Standards Institute (ANSI) especifica quatro níveis de isolamento de transação, cada um dos quais tem características muito específicas. As características dos níveis de isolamento são as seguintes:
  • Dirty read – Uma leitura suja ocorre quando uma transação tem permissão para ler dados de uma linha que foi modificada por outra transação em execução que ainda não foi comitada.
  • Non-repeatable read – A leitura não repetitiva ocorre quando, durante o curso de uma transação, uma linha é recuperada duas vezes e os valores dentro da linha diferem entre as leituras.
  • Phantom read – A leitura fantasma ocorre quando, no curso de uma operação, duas consultas idênticas são executadas, e a coleção de linhas retornadas pela segundo consulta é diferente da retornada pela primeira.

Sem título5

  • Os níveis de isolamento da transação são:

READ UNCOMMITTED – Os dados que não foram efetivados podem ser lidos. Embora um bloqueio exclusive ainda obstrua outro bloqueio exclusívo, as operações de leitura ignoram um bloqueio exclusívo.

READ COMMITTED  (Padrão do SQL Server) – Um bloqueio exclusívo obstrui bloqueios compartilhados, assim como bloqueios exclusívos. Os bloqueios compartilhados serão liberados assim que os dados forem lidos.

REPEATABLE READ – Os bloqueios exclusívos obstruem os bloqueios compartilhados e exclusívos. Os bloqueios compartilhados obstruem os bloqueios exclusívos. Os bloqueios compatilhados são mantidos pela duração da transação.

READ SERIALIZABLE – Igual a todas as constraints do nível de isolamento Repeatable Read. Além disso, voce não pode inserir uma nova linha dentro do intervalo do conjunto de chaves (keyset) correntemente bloqueado pela transação. Bloqueios são mantidos pela duração da transação.

SNAPSHOT – Usa o recurso de controle de versão de linha para impeder que bloqueis compartilhados e exclusívos obstruam uns aos outros, enquanto mantém a consistência dos dados. Uma operação de leitura recupera dados da versão da linha antes de iniciar uma operação de modificação de dados.

EXEMPLOS DOS NÍVEIS DE ISOLAMENTO

–Verifica nivel de isolamento corrente

DBCC USEROPTIONS
GO

--Criando um banco de dados
CREATE DATABASE IL
GO

USE IL
GO

--Criacao da tabela 1
CREATE TABLE tbIsolationLevel
(
Id INT IDENTITY,
Col1 varchar(10),
Col2 varchar(10),
Col3 varchar(10)
)
GO

--Inserindo dados na tabela 1
INSERT INTO tbIsolationLevel(Col1,Col2,Col3)
VALUES ('AAAAA','BBBBB','CCCCC')
GO 5

--Criacao da tabela 2
CREATE TABLE tbDeadlock ( id INT)
GO

--Inserindo dados de tabela 2
INSERT INTO tbDeadlock(ID) values (1),(2)
GO

READ COMMITED

/*********  RODAR NA CONEXÃO 1 *********/

BEGIN TRAN
UPDATE tbIsolationLevel set Col1 = 'DDDDD' where id = 1
WAITFOR DELAY '00:00:10'
ROLLBACK TRAN



/*********  RODAR NA CONEXÃO 2 *********/
SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL READ COMMITTED
SELECT * FROM tbIsolationLevel

READ UNCOMMITED

/*********  RODAR NA CONEXÃO 1 *********/

BEGIN TRAN
UPDATE tbIsolationLevel set Col1 = 'DDDDD' where id = 1
WAITFOR DELAY '00:00:10'
ROLLBACK TRAN

/*********  RODAR NA CONEXÃO 2 *********/
SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL READ UNCOMMITTED
SELECT * FROM tbIsolationLevel

-- Usando o hint NOLOCK
SELECT * FROM tbIsolationLevel with (nolock)

REPETEATABLE READ

/*********  RODAR NA CONEXÃO 1 *********/
SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL REPEATABLE READ
BEGIN TRAN
SELECT * FROM tbIsolationLevel
WAITFOR DELAY '00:00:10'
SELECT * FROM tbIsolationLevel
ROLLBACK TRAN

/*********  RODAR NA CONEXÃO 2 *********/
UPDATE tbIsolationLevel set Col1 = 'DDDDD' where id = 1
--select * from tbIsolationLevel
INSERT INTO tbIsolationLevel(Col1,Col2,Col3)
VALUES ('DDDDD','EEEEE','FFFFF')

SNAPSHOT ISOLATION LEVEL

  • Em Snapshot Isolation, as versões de linha atualizados para cada transação são mantidos em TempDB. Uma vez que a transação foi iniciada, ignora todas as linhas mais recentes inseridos ou atualizados na tabela.
USE AdventureWorks2012
GO

--Aciona permissão de uso do SnapShot no banco
/
ALTER DATABASE AdventureWorks2012
SET ALLOW_SNAPSHOT_ISOLATION ON
GO

SELECT ModifiedDate
FROM HumanResources.Shift
GO

-- Session 1
SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL SNAPSHOT
BEGIN TRAN
UPDATE HumanResources.Shift
SET ModifiedDate = GETDATE()
GO

-- Session 2
SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL SNAPSHOT
BEGIN TRAN
SELECT ModifiedDate
FROM HumanResources.Shift
GO

-- Session 1
COMMIT

-- Session 2
SELECT ModifiedDate
FROM HumanResources.Shift
GO

--AINDA OS DADOS NAO FORAM ALTERADOS
-- Session 2
COMMIT

SELECT ModifiedDate
FROM HumanResources.Shift
GO

SNAPSHOT (INSTANTÂNEOS)

  • O recurso Database SnapShot foi introduzido no SQL Server 2005 para oferecer aos usuários um método para criar cópias somente leitura de dados rapidamente.
  • Esse recurso somente está disponível no SQL Server Enterprise.
  • O DataBase SnapShot não é compatível com FILE STREAM.

RECURSO DE CRIAÇÃO DE SNAPSHOTS

  • A criação de um snapshot de banco de dados é muito parecida com a criação de qualquer banco de dados.
  • Para criar um snapshot de banco de dados, você usa o comando CREATE DATABASE com a cláusula AS SNAPSHOT OF.
  • Como um snapshot é somente um cópia de leitura de dados de um banco de dados em um ponto no tempo, você não especifica um log de transação;

REQUISITOS PARA CRIAÇÃO DE SNAPSHOT

  • Voce deve incluir uma entrada para cada arquivo de dados especificado no banco de dados de origem;
  • O nome lógico de cada arquivo deve corresponder exatamente ao nome no banco de dados de origem;

RESTRIÇÕES PARA UM SNAPSHOT

  • Voce não pode fazer backup, restaurar ou remover um snapshot de banco de dados;
  • O snapshot de banco de dados deve existir na mesma instância do banco de dados de origem;
  • Índices full text não são suportados;
  • FILESTREAM não é suportado e quaisquer dados FILESTREAM serão inacessíveis por meio do snapshot de banco de dados;
  • Voce não pode criar um snapshot de banco de dados em um banco de dados de sistema;
  • Voce não pode eliminar, restaurar ou remover um banco de dados de origem que tenha um snapshot de banco de dados;
  • Você não pode fazer referencia a grupos de arquivos que estejam off-line, extintos ou sem restauração;
  • Para que um aplicativo acessa o snapshot é da mesma forma que acessasse um banco de dados normalmente;
  • No momento da criação do snapshot, o banco de dados não contém dados. Quando uma instrução SELECT é executada, o SQL Server usa o banco de dados de origem para recuperar dados que não mudaram desde que você criou o snapshot;

REVERTENDO DADOS DE UM SNAPSHOT

  • É possível fazer o retorno dos dados até o momento da criação do snapshot.
  • Em casos extremos, você pode usar o snapshot para retornar todo o conteúdo do banco de dados de origem para o estado do snapshot.
  • Por exemplo, se você precisar descartar todas as alterações ocorrida dentro do banco de dados desde que o snapshot de banco de dados foi criado;
  • Uma reversão de banco de dados é uma categoria especial de restauração de dados que pode ser executada quando você tiver criado um snapshot;
  • Você pode reverter apenas uma linha ou parte do banco de dados, podendo usar os comandos INSERT, UPDATE, DELETE ou MERGE, ou também reverter um banco de dados por completo.
  • Quando você usa o snapshot para reverter o banco de dados inteiro, o banco de dados de origem volta exatamente para como estava no momento em que o snapshot foi criado.
  • Todas as transações executadas no banco de dados são perdidas.
  • Quando você reverte um banco de dados de origem existem várias restrições:
    •  Pode existir apenas um snapshot de banco de dados para o banco de dados origem;
    • Catálogos full text no banco de dados de origem devem ser eliminados e então recriados, depois que a reversão terminar;
    • Como o log de transação é reconstruído, o encadeamento de logs de transação é desfeito;
    • O banco de dados de origem e o snapshot de banco de dados ficam offline durante o processo de reversão;
    • O banco de dados de origem não pode ser ativado para FileStream;

EXEMPLO DE CRIAÇÃO DE SNAPSHOT

USE master
GO

CREATE DATABASE AdventureWorks2012Snap on
(NAME=N'AdventureWorks2012_Data',
FILENAME=N'c:\temp\AdventureWorks2012.ds')
AS SNAPSHOT OF AdventureWorks2012
GO

use AdventureWorks2012Snap
select * from person.Address

use master
go

--Restaurando o banco de dados do snapshot
RESTORE DATABASE AdventureWorks2012 FROM
DATABASE_SNAPSHOT = 'AdventureWorks2012Snap'

SELECT * FROM AdventureWorks2012.sys.database_files
SELECT * FROM AdventureWorks2012Snap.sys.database_files
SELECT * FROM master.sys.databases

REFERÊNCIAS

https://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms173763.aspxhttp://www.diegonogare.net/2013/01/transaction-isolation-level-voc-est-usando-certo/

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

  • HOTEK, M. MCTS Self-Paced Training Kit (Exam 70-432) Microsoft SQL Server 2008 – Implementation and Maintenance. EUA: Microsoft Press, 2009.
  • STANEK, William R. Microsoft SQL Server 2008 – Guia de Bolso do Administrador. Porto Alegre: Bookman, 2010.
  • HOTEK, M. Microsoft SQL Server 2008 – Passo a Passo. Porto Alegre: Bookman, 2010.

Video 01

Video 02

SQL Server 2016 no Linux

Uma breve apresentação foi feita no canal do Youtube Microsoft Mechanics.

 

Para fazer a instalação no Ubuntu, segue documentação do site da microsoft:

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/linux/sql-server-linux-setup-ubuntu

 

 

Limitações do SQL Server Azure

No link abaixo, é possível verificar algumas das limitações que o SQL Server Azure possui. Veja se o ambiente que voce deseja migrar realmente é suportado por essas limitações ou se há alguma saída contorno para que seu ambiente seja migrado.

https://docs.microsoft.com/en-us/azure/sql-database/sql-database-paas-vs-sql-server-iaas

Boa sorte!

Instalação do SQL Server 2012 Server em um Windows Server 2008

Antes de iniciar a importação, verifique:

– Download do arquivo OVA (estrutura do Virtual Box para instalação do Sistema Operacional);

Faça o download do arquivo no link apontado pelo artigo anterior mencionado: https://1drv.ms/f/s!Aq7T8CnyCjV7hd8pAfE97EuhlGQQpg

 

– Versão do Virtual Box 5.0.20 (em 01/06/2016 se mantém a versão mais atual ou versão superior)

Caso ainda não tenha instalado em sua máquina, faça o download através do site do Virtual Box (coloque no Google que será um dos primeiros links a aparecer), e faça a instalação com seu pacote de extensão;

 

– Hardware utilizado para esta instalação (host físico)

Para você fazer um comparativo na configuração que iremos fazer na máquina virtualizada, estarei utilizando o seguinte hardware físico:

Laptop Acer Aspire 5742

8 GB RAM DDR3 de 1333 Ghz

Processador Intel Core i5-450M, um socket com quatro cores

Disco de 256 GB SSD para o Drive C:

Disco de 500 GB HDD para o Drive D:

Sistema Operacional: Windows 10 de x64

 

– Configuração da estrutura da máquina virtual que irá ser utilizada:

4 GB RAM

2 processadores

1 Disco de 20 GB para o Drive C: (para instalação do Windows)

1 Disco de 10 GB para o Drive D: (para instalação do SQL Server)

1 Disco de 04 GB para o Drive E: (para o Banco de Dados TempDB)

1 Disco de 04 GB para o Drive F: (para o Backups)

1 Disco de 04 GB para o Drive G: (para arquivos do SQL Server de Dados)

1 Disco de 04 GB para o Drive H: (para arquivos do SQL Server de Log)

Sistema Operacional: Windows Server 2008 (ou 2012)

 

– Referencias para pré-requisitos da instalação do SQL Server:

https://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms143506(v=sql.120).aspx

 

 

Instalação do SQL Server 2012 no Virtual Box

 

  • Na abertura do Virtual Box, escolha a máquina virtual “WIN2008-SQL12” (ou o seu nome dado pela máquina virtual), e clique no botão “Configurações”

Captura de tela 2016-06-23 20.24.21

  • Clique na aba [Armazenamento] e selecione o drive de CD [Vazio] e clique em [Selecionar Arquivo de Disco Óptico Virtual]

Captura de tela 2016-06-23 20.24.48

  • Em atributos / Drive Óptico, selecione o arquivo ISO do SQL Server 2012.

Captura de tela 2016-06-23 20.28.08

  • Repare que a imagem foi carregada para a máquina virtual. Clique e, [OK] para fechar as configurações.

Captura de tela 2016-06-23 20.28.28

  • Clique em [Iniciar] para iniciar a máquina virtual.

Captura de tela 2016-06-23 20.28.56

  • O Windows será carregado, e para efetuar o login, clique no menu [Entrada] / [Teclado] / [Inserir Crtl + Alt + Del]. Isso irá simular o Crl + Alt + Del na máquina virtual. Se pressionarmos fisicamente os botões no teclado, iremos fazer com que o host entre na tela inicial.

Captura de tela 2016-06-23 20.32.41

  • Irá parecer a tela de login da máquina virtual. Escolha o usuário Administrator e coloca a senha pré-definida na instalação: “P@ssw0rd”.

Captura de tela 2016-06-23 20.32.42

  • Após o login, o Windows irá exibir o desktop. Clique no ícone do Server Manager.

Captura de tela 2016-06-23 20.43.10

 

  • Dentro do Server Manager, clique em [Features] e [Add Features]. Será necessário habilitar a opção .net Framework 3.5. O SQL Server depende dessa Feature;

Captura de tela 2016-06-23 20.43.49

  • Marque a opção “.Net Framework 3.5.1” e clique em [Next]

Captura de tela 2016-06-23 20.44.34

  • Confirme a instalação clicando em [Install]

Captura de tela 2016-06-23 20.44.47

  • O .Net Framework será instalado no servidor.

 

Captura de tela 2016-06-23 20.44.34

  • No final da instalação, será mostrado uma tela. Clique em [Close]

Captura de tela 2016-06-23 20.50.57

  • Vá ao Windows Explorer, clique em cima do drive de CD. Caso não inicie a instalação automática, dê duplo clique no arquivo Setup. Será aberta a seguinte tela:

Captura de tela 2016-06-23 20.51.59

  • Na tela de abertura, clique em [Instalation]

Captura de tela 2016-06-23 20.54.08

  • Para fazer a instalação de uma instancia simples, clique em [New SQL Server stand-alone installation]

Captura de tela 2016-06-23 20.54.20

  • A instalação irá ser inicializada:

Captura de tela 2016-06-23 20.54.37

  • O SQL Server irá verificar os requisitos mínimos para instalação. Clique em [OK].

Captura de tela 2016-06-23 20.55.31

  • O Wizard irá para o próxima etapa:

Captura de tela 2016-06-23 20.56.28

  • Será necessário aceitar os termos de licença e clique em [Next]

Captura de tela 2016-06-23 20.56.46

  • Desmarque a opção “Include SQL Server Product updates” e clique em [Next].

Captura de tela 2016-06-23 20.57.00

  • O SQL Server irá verifica se todos as regras estão corretas.

Captura de tela 2016-06-23 21.04.21

  • Para personalizar a instalação, escolha a opção “SQL Server Feature Installation”.

Captura de tela 2016-06-23 21.04.47

  • Observe o que está sendo alterado dos valores padrão na seguinte tela.

Captura de tela 2016-06-23 21.07.10

  • Após o SQL Server validar esse passo, clique em [Next]

Captura de tela 2016-06-23 21.07.55

  • Altere o drive para irá ser instalada os arquivos da instancia do SQL Server:

Captura de tela 2016-06-23 21.08.32

  • O wizard irá mostrar o espaço disponível, de acordo com o que foi selecionado para a instalação:

 

Captura de tela 2016-06-23 21.07.55

  • Altere os usuários para que seja associados para os devidos serviços. Coloque corretamente a senha que foi definida no Windows. Deixe o tipo de inicialização em modo automático.

Captura de tela 2016-06-23 21.10.27

  • Na aba Collation, desmarque a opção Accent-Sensitive.

Captura de tela 2016-06-23 21.11.06

  • Observe que o colletion foi alterado.

Captura de tela 2016-06-23 21.11.19

  • Altere o modo de autenticação para Mixed Mode, e adicione o usuário corrente para ser um dos administradores do SQL Server;

Captura de tela 2016-06-23 21.12.07

  • Na aba “Data Directories”, altere os drives conforme a indicação da figura e clique em [Next]

Captura de tela 2016-06-23 21.14.04

  • A marcação dos envios de erros para a Microsoft é opcional e clique em [Next]

Captura de tela 2016-06-23 21.14.23

  • O Wizard irá verificar se os passos até o momento estão OK. Clique em [Next]

Captura de tela 2016-06-23 21.14.36

  • Copie o caminho e o arquivo de inicialização do SQL Server para um arquivo:

Captura de tela 2016-06-23 21.16.14

  • Clique em Install.

Captura de tela 2016-06-23 21.16.23

  • A partir desse momento, o Wizard irá demorar certo momento para fazer a instalação.

Captura de tela 2016-06-23 21.19.02

  • Após finalização, o Wizard irá verificar todos os passos feitos. Poderá ocorrer de precisar iniciar o sistema operacional. Clique em [OK]. Clique em [Close]

Captura de tela 2016-06-23 21.55.02

  • Verifique que todos os componentes selecionados foram instalados.

Captura de tela 2016-06-23 21.56.50

  • Feche o Wizard e reinicie o Sistema Operacional

Captura de tela 2016-06-23 21.58.02

  • Depois de reiniciado o Windows, entre na conta Administrator novamente:

Captura de tela 2016-06-23 22.00.25

  • Digite no Executar (Run) do Windows o comando ssms. É para acessar o Management Studio do SQL Server:

Captura de tela 2016-06-23 22.03.40

  • Clique com [Conect], pois o padrão dado será de Windows Authentication:

Captura de tela 2016-06-23 22.06.18

  • Poderemos verificar os bancos de dados de sistema ativos.

Captura de tela 2016-06-23 22.07.23

  • Desligue a opção de update automático do Windows e para ganhar mais espaço em disco, é possível remover a pasta: “C:\WINDOWS\SoftwareDistribution\Download”

 

 

  • Obrigado e até o próximo artigo!

 

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