Arquivos de Categoria: Administração de Servidores de Banco de Dados

Banco de Dados II – Aula 15

BACKUP

  • Um membro do role de servidor sysadmin pode fazer backup de qualquer banco de dados da instancia e os membros do role de banco de dados db_owner podem fazer backup de seus banco de dados.
  • Voce também pode adicionar um usuário no role de banco de dados fixo db_backupoperator para permitir ao usuário fazer backup de um banco de dados, enquanto impede qualquer outro acesso ao banco de dados.

TIPOS DE BACKUP

  • O SQL Server apresenta quatro diferentes tipos de backup :
    • Completo;
    • Diferencial;
    • Log de Transação;
    • Grupo de arquivos (filegroups)

BACKUP COMPLETO

  • Um backup completo captura todas as páginas que contêm dados dentro de um banco de dados.
  • As páginas que não contém dados não são incluídas no backup.
  • Portanto, um backup nunca é maior (e, a maioria dos casos, é menor) do que o banco de dados para o qual é criado.
  • Um backup completo é a base para a recuperação de um banco de dados e deve existir antes que você possa usar um backup diferencial ou de log de transação;
  • Como é mais comum fazer backup do que restaurar um banco de dados, o mecanismo de backup é otimizado para o processo de backup.

BACKUP

  • Quando um backup é iniciado, o mecanismo de backup captura as páginas dos arquivos de dados o mais rapidamente possível, sem considerar a ordem das páginas, vários threads podem ser usados para gravar páginas em seu dispositivo de backup.
  • Um backup pode ser executado concomitantemente com outras operações do banco de dados.
  • Como pode ser feita alterações no banco de dados enquanto um backup está em execução, o SQL Server precisa acomodá-las ao passo que também garante que os backups sejam consistentes para propósitos de restauração.
  • O fator limitante para a velocidade de um backup é o desempenho do dispositivo onde o backup está sendo gravado.
  • As únicas operações que não são permitidas durante um backup completo são: adicionar ou remover um arquivo do banco de dados e reduzir um banco de dados;
  • Os dois únicos parâmetros exigidos para um backup são o nome do banco de dados e o dispositivo de backup.
  • Quando você especifica um dispositivo de disco para backup, um diretório e um nome de arquivo podem ser especificados;
  • Se não for especificado um diretório, o SQL Server fará o backup no disco e gravará o arquivo no diretório padrão configurado na instancia;
  • Embora a maioria dos backups seja gravada em um único arquivo em disco ou em um único dispositivo em fita, você pode especificar até 64 dispositivos de backup.
  • Quando você especifica mais de um dispositivo de backup, o SQL Server divide o striped backup (backup em faixas) por todos os dispositivos especificados.
  • Quando o SQL Server coloca um striped backup em vários dispositivos, é obrigatório que todos os dispositivos restaurem com sucesso.
  • O SQL Server não fornece failover ou tolerância à falhas dentro do conjunto de faixas. O conjunto de faixas é utilizado estritamente para propósitos de desempenho.

EXEMPLO DE STRIPED BACKUP

--striped backup

use master
go 

--Em Windows
BACKUP DATABASE AdventureWorks2012
  TO DISK = 'C:\temp\AWorks2012_1.bak',
  DISK = 'C:\emp\AWoks2012_2.bak'
GO

--Em Linux
BACKUP DATABASE [AdventureWorks2016CTP3]
  TO DISK = '/var/opt/mssql/AdvWorks2016_1.bak',
  DISK = '/var/opt/mssql/AdvWorks2016_2.bak'
GO

MIRROR TO

  • A cláusula MIRROR TO oferece um recurso interno para criar até quatro cópias de um backup em uma única operação.
  • Quando você inclui a cláusula MIRROR TO, o SQL Server recupera a página uma vez do banco de dados e grava uma cópia da página em cada espelho de backup.
  • Durante a restauração, os espelhos tem um pequeno número de requisitos:
    • Todos os dispositivos de backup devem ser o mesmo tipo de mídia;
    • Cada espelho deve ter o mesmo número de dispositivos de backup;
    • WITH FORMAT deve ser especificado no comando de backup;

DIMINUINDO TEMPOS DE BACKUP

  • A sobrecarga da compactação sempre vale a pena.
  • O tempo economizado por um backup compactado supera em muito a sobrecarga associada à operação de compactação.
  • O SQL Server tem uma opção de configuração chamada padrão de compactação de backup (backup compression default)
  • Você pode configurar de modo a sempre ter backups compactados, independente de especificar a compactação explicitamente, porém está disponível somente no SQL Server Enterprise.
  • Um único dispositivo de backup pode conter vários backups
  • As opções INIT/NOINIT de um comando BACKUP controlam se um arquivo de backup existente é sobrescrito ou recebe anexação.
  • Quando você especifica NOINIT e está fazendo backup em um arquivo já existente, o SQL Server anexa o novo backup no final do arquivo.
  • Se você especifica INIT e o arquivo já existe, o SQL Server sobrescreve o arquivo com o conteúdo do novo backup.
  • Quando CHECKSUM é especificado, o SQL Server confere a soma de verificação da página, se ela existir, antes de gravar a página do backup.
  • Além disso, é calculada uma soma de verificação para o backup inteiro, a qual pode ser usada para determinar se o backup foi corrompido.

BACKUP DE LOG DE TRANSAÇÃO

  • Cada alteração física feita em um banco de dados tem uma entrada inserida no log de transação.
  • Cada linha recebe um número exclusivo internamente, chamado LSN (Log Sequence Number).
  • O LSN é um numero inteiro que começa do 0 quando o banco de dados é criado e é incrementado até o infinito
  • Um LSN nunca é reutilizado para um banco de dados e é sempre incrementado.
  • Basicamente, um LSN fornece um número em sequencia para cada alteração feita em um banco de dados.
  • O conteúdo de um log de transação é dividido em 2 partes básicas – uma ativa e uma inativa.
  • A parte inativa contém todas as alterações efetivadas no banco de dados.
  • A parte ativa contém todas as transações ainda não efetivadas.Quando um backup de log de transação é executado, o SQL Server inicia no menor LSN do log de transação e começa a gravar cada registro de log de transação sucessivo no backup.
  • Assim que o SQL Server atinge o primeiro LSN que ainda não foi efetivado (isto é, a transação aberta mais antiga), o backup de log de transação termina.
  • Então, a parte do log de transação que teve o backup feito é removida, permitindo que o espaço seja reutilizado.
  • Com base no número de sequencia é possível restaurar um backup de log de transação após o outro para recuperar um banco de dados em qualquer ponto no tempo, simplesmente seguindo o encadeamento de transações, conforme identificado pelo LSN.
  • Como os backups de log de transação se destinam a ser restaurados um após o outro, as constraints sobre eles dependem de se ter a sequencia de LSNs inteira intacta.
  • Um backup de log de transação reúne todas as transações efetivadas no log desde o último backup de log de transação.
  • Conteúdo, como um backup de log de transações contém apenas as transações que foram executadas no banco de dados, você precisa de um ponto de partida para o encadeamento de logs de transação.
  • Antes de executar um backup de log de transação, você deve fazer um backup completo.
  • Após o primeiro backup você pode restaurar o banco de dados em qualquer ponto no tempo, desde o encadeamento de logs de transação não seja interrompido.
  • Backups completos adicionais podem ser criados para se ter um ponto de partida mais recente para uma operação de restauração.
  • Independente do número de backups completos criados, desde que você não tenha introduzido uma lacuna no encadeamento de LSNs, pode começar com qualquer backup completo e restaurar qualquer log de transação desse ponto em diante para recuperar um banco de dados.

SINTAXE DO BACKUP DE LOG DE TRANSAÇÃO

Sem título6

BACKUP DIFERENCIAIS

  • Um backup diferencial captura todas as extensões que mudaram desde o último backup completo.
  • O principal objetivo de um backup diferencial é reduzir o número de backups de log de transação que precisam ser restaurados.
  • Um backup diferencial precisa ser aplicado em um backup completo e não pode existir até que um backup completo seja criado.
  • O SQL Server controla cada extensão que foi alterada após um backup completo usando uma página especial no cabeçalho de um banco de dados, chamado DCM (Differential Change Map – mapa de alteração diferencial)
  • Um backup completo zera o conteúdo do DCM.
  • Quando são feitas alterações em extensões dentro do banco de dados, o SQL Server ajusta para 1 o bit correspondente à extensão.
  • Quando um backup diferencial é executado, o SQL Server lê o conteúdo do DCM para localizar todas as extensões que foram alteradas desde o último backup completo.
  • Um backup diferencial não é o mesmo que um backup de log de transação. Um backup diferencial contém todas as páginas alteradas desde o último backup completo.

OPÇÃO COPY ONLY

  • Uma das opções que podem ser especificadas para qualquer tipo de backup é a COPY_ONLY.
  • Cada backup executado em um banco de dados tem um efeito no ponto de partida de uma recuperação e em quais backups podem ser usados.
  • Os backups diferenciais contém todas as extensões que mudaram desde o ultimo backup completo; portanto, todo backup completo executado altera o ponto de partida em que um backup diferencial é baseado.
  • Quando um backup de log de transação é executado, as transações que tiveram o backup feito são removidas do log de transação.
  • Ocasionalmente você precisa gerar um backup para criar um banco de dados para um ambiente de desenvolvimento ou teste.
  • Voce quer ter o conjunto de dados mais recente, mas não quer afetar o conjunto de backup do ambiente de produção.
  • A opção COPY_ONLY permite gerar um backup que pode ser usado para criar o ambiente de desenvolvimento ou teste, mas não afeta o estado do banco de dados nem o conjunto de backups que está em produção.
  • Um backup completo com a opção COPY_ONLY não reinicia a página do mapa de alterações de diferencial e, portanto, não tem nenhum impacto nos backups diferenciais.
  • Um backup de log de transação com a opção COPY_ONLY não remove transações de log de transação.

BACKUP DE GRUPOS DE ARQUIVOS (FILE GROUPS)

  • Embora os backups completos capturem todas as páginas usadas no banco de dados inteiro, o backup completo de um banco de dados grande pode consumir uma quantidade significativa de espaço e tempo.
  • Se você precisa reduzir o tempo de backup, pode contar com o recurso de backups de grupo de arquivos, que permite ter como alvo parte de um banco de dados.
  • Backups de grupo de arquivos podem ser usados em conjunto com os backups diferenciais e de log de transação para recuperar uma parte do banco de dados no caso de uma falha.
  • Além disso, desde que você não precise restaurar o grupo de arquivos principal e esteja usando o SQL Server Enterprise, o banco de dados poderá permanecer online e acessível para os aplicativos durante a operação de restauração.
  • Somente a parte do banco de dados que está sendo restaurada fica offiline.

BACKUPS PARCIAIS

  • Os grupos de arquivo podem ser marcados como somente leitura.
  • Um grupo de arquivos somente leitura não pode ter alterações feitas nos objetos nele armazenados.
  • Como os objetivo dos backups é capturar as alterações para que você possa reconstruir um banco de dados no estado mais atual durante uma operação de recuperação, o backup de grupos de arquivo que não podem mudar consome espaço de forma desnecessária dentro do backup.
  • Para reduzir o tamanho de um backup para apenas os grupos de arquivo que podem mudar, você pode fazer um backup parcial. Os backups parciais são feitos especificando se a opção READ_WRITE_FILEGROUPS

Sem título7

  • Quando um backup parcial é executado, o SQL Server faz o backup do grupo de arquivos principal, de todos os grupos de arquivo de leitura/gravação e de todos os grupos de arquivos somente leitura especificados explicitamente.

CORRUPÇÃO DE PÁGINA

  • A partir do SQL Server 2005, houve a introdução da capacidade de colocar páginas corrompidas em quarentena, enquanto permitia ao banco de dados permanecer online.
  • Executando-se o comando abaixo, o SQL Server detecta páginas corrompidas e as coloca em quarentena.

Sem título8

  • Geralmente a corrupção de páginas são causadas por componentes de hardware que falham, especialmente controladoras e unidades de disco.
  • Antes de uma falha, as controladoras ou unidades de disco podem corromper páginas de dados realizando gravações incompletas;
  • Quando  o SQL Server grava uma página no disco, é calculada uma soma de verificação para a página.
  • Quando você ativa a verificação de página, sempre que uma página é lida do disco o SQL Server calcula uma nova soma de verificação e a compara com a soma de verificação armazenada na página.
  • Se as somas de verificação não corresponderem, o SQL Server retornará um erro e registrará a página em uma tabela no banco de dados msdb;
  • Embora páginas corrompidas possam ser colocadas em quarentena, o SQL Server tem um mecanismo de proteção em vigor para proteger seu banco de dados de uma corrupção generalizada.
  • Há um limite de 1.000 páginas corrompidas no total em um banco de dados.
  • Quando você atinge o limite de páginas corrompidas, o SQL Server tira o banco de dados do ar e coloca em um estado suspeito para protege-lo de danos maiores;

VALIDANDO BACKUP

  • Como os backups são sua apólice de seguro para um banco de dados, você precisa garantir que os backups criados sejam válidos e utilizáveis.
  • Para validar um backup, execute o seguinte comando:

Sem título9

  • Quando um backup é validado, o SQL Server realiza as seguintes verificações:
    • Calcula uma soma de verificação para o backup e compara com a soma de verificação armazenada no arquivo de backup;
    • Verifica se o cabeçalho do backup está gravado corretamente e é válido;
    • Percorre o encadeamento de páginas para certificar-se de que todas as páginas estejam no banco de dados e passam ser localizadas;

EXEMPLOS (MIRROR E COMPACTAÇÃO)

--backup com mirror e compactado

USE master
GO

--Em Windows
BACKUP DATABASE AdventureWorks2012
  TO DISK = 'c:\temp\AWorks_B1.bak'
  MIRROR TO DISK = 'c:\temp\AWorks_B2.bak'
  WITH COMPRESSION, INIT, FORMAT, CHECKSUM, STOP_ON_ERROR


--Em Linux
BACKUP DATABASE [AdventureWorks2016CTP3]
  TO DISK = '/var/opt/mssql/AdvWorks2016_compress.bak'
  MIRROR TO DISK = '/var/opt/mssql/AdvWorks2016_compress2.bak'
  WITH COMPRESSION, INIT, FORMAT, CHECKSUM, STOP_ON_ERROR

EXEMPLOS (BACKUP DE LOG DE TRANSAÇÃO)

--backups de transacao

USE AdventureWorks2012
GO

INSERT INTO HumanResources.Department (Name, GroupName)
VALUES ('TESTE1','Research and Development')
GO

BACKUP LOG AdventureWorks2012
TO DISK = 'c:\temp\AdventureWorks2012_1.trn'
WITH COMPRESSION, INIT, CHECKSUM, STOP_ON_ERROR
GO

--alteracao e backup de log novamente
INSERT INTO HumanResources.Department (Name, GroupName)
VALUES ('TESTE2','Research and Development')
GO

BACKUP LOG AdventureWorks2012
TO DISK = 'c:\temp\AdventureWorks2012_2.trn'
WITH COMPRESSION, INIT, CHECKSUM, STOP_ON_ERROR
GO

EXEMPLOS (BACKUP DIFERENCIAL)

--backup diferencial

USE AdventureWorks2012
GO

INSERT INTO HumanResources.Department (Name, GroupName)
VALUES ('TESTE3','Research and Development')
GO

BACKUP DATABASE AdventureWorks2012
TO DISK = 'c:\temp\AdventureWorks2012_1.dif'
MIRROR TO DISK = 'c:\temp\AdventureWorks2012_2.dif'
WITH DIFFERENTIAL, COMPRESSION, INIT, FORMAT, CHECKSUM, STOP_ON_ERROR
GO

EXEMPLOS (UTILIZANDO DISPOSITIVOS)

–criando um dispositivo de backup. mesmo que o caminho nao exista, ele vai
–criar,pois esta referenciando um dispositivo e nao um arquivo fisico

--teste de caminho inválido

exec sp_addumpdevice 'disk','meudispositivo','c:\a\backup.bak'
go


--caminho válido
exec sp_addumpdevice 'disk','meudispositivo','c:\temp\backup.bak'
go

-- excluindo um dispositivo
exec sp_dropdevice 'meudispositivo'
go

--até agora, foi apenas criado o dispositivo, mas nao o backup em si
backup database AdventureWorks2012 to meudispositivo
go

--para restaurar o banco de dados através do dispositivo
restore database AdventureWorks2012 from meudispositivo
go

--imaginando que seu banco corrompeu e voce nao consegue dar
-- drop no banco de dados
restore database AdventureWorks from meudispositivo with replace

--verificar sempre o modo de compatibilidade de restaurancao do bd
--FULL
--Simple - nao deixa fazer restore de um log
--Bulk log - somente guarda as transacoes do tipo bulk
-- o restore precisa ser compatível com o backup

--criando 2 dispositivos, um para backups full e outro para backup de log
exec sp_addumpdevice 'disk', 'meufull', 'c:\temp\MeuFull.bak'
go

exec sp_addumpdevice 'disk', 'meulog', 'c:\temp\MeuLog.bak'
go

--backup com with init, para nao deixar 2 arquivos no mesmo dispositivo
backup database AdventureWorks2012 to meufull with init

--backup do log
backup log AdventureWorks2012 to meulog
go

 
--simulando mais movimentacao no bd
use AdventureWorks
go

select * from Person.AddressType
go
insert into Person.AddressType (name, rowguid) 
values ('teste1',NewID())
go

 
--voltando ao banco master
use master
go

--backup do log, somente do log
backup log AdventureWorks2012 to meulog
go

 
--demonstrar em ambliente gráfico os arquivos dentro de um dispositivo

--restaurando o backup full e seus logs
--fez o restore somente do full, nao utilizando os logs

restore database AdventureWorks2012 from meufull
go

--fazendo backups novamente com init

backup database AdventureWorks2012 to meufull with init
go

backup log AdventureWorks2012 to meulog with init
go

--esperando pelos logs, em modo restoring
restore database AdventureWorks2012 from meufull with norecovery
Go

--restaurando o primeiro arquivo do log
restore log AdventureWorks2012 from meulog with file=1, recovery
go

-- exemplo de backup diferencial
exec sp_addumpdevice 'disk', 'meudiff', 'c:\temp\meudiff.bak'
go

backup database AdventureWorks2012 to meudiff with differential
go

Video 01

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Banco de Dados II – Aula 14

CONCORRÊNCIA DE TRANSAÇÕES

  • Transação é a forma por um grupo, lote, ou uma série de alterações em uma fonte de dados seja todas atualizadas com sucesso.
  • Caso uma delas venha a falhar, todos as alterações são desfeitas.
  • Para preserver a consistência dos dados envolvidos no lote de atualizações, o SQL Server mantém bloqueios nas linhas que estão sendo atualizadas.
  • O período de tempo que estes bloqueios são mantidos é conhecido como escopo de transação (transaction scope).
  • Uma forma de garantir a concorrência do banco de dados é garantir que os escopos de transação sejam matidos o menor tempo possível, permitindo o SQL Server liberar os bloqueios que estão sendo segurados e permitir que outros usuários acessem as linhas que foram modificadas.
  • As transações são uma forma de garantir as propriedade de atomicidade, consistência, isolamento e durabilidade (ACID) de um banco de dados. (pág. 468)

GERENCIAMENTO DE LOCK DO SQL SERVER

  • SQL Server utiliza, um mecanismo de bloqueio dinâmico cooperativo para proteger a consistência dos dados na base de dados.
  • Os muitos objetos que o SQL Server pode bloquear estão listadas na Tabela seguinte:

Sem título1

  • SQL Server irá travar o número mínimo de recursos necessários para atingir o seu objetivo;
  • Isto é conhecido como bloqueio de multi-granular.
  • Devido a este esquema, o SQL Server não deve apenas assumir os bloqueios que ele necessita (como um bloqueio em uma linha de uma página), mas também deve anunciar a sua intenção de níveis mais elevados.
  • Um exemplo pode ajudar a tornar isso claro.
  • Duas transações, T1 e T2, estão cada um tentando modificar diferentes linhas.
  • Para modificar uma linha, o SQL Server deve ter bloqueios exclusivos na linha que pretende modificar.
  • Se o SQL Server levou apenas o bloqueio exclusivo para T1 em R1, em seguida, T2 pediu um bloqueio em R2, o SQL Server teria que examinar a estrutura da árvore para determinar se essa linha pode ser bloqueado.
  • Isso seria muito custoso (processamento), por isso, SQL Server anuncia a sua intenção de níveis mais altos da árvore, colocando bloqueios de intenção acima da linha e navegar na árvore até a raiz.
  • Como você pode ver na figura seguinte, ao examinar os Locks, a intenção do SQL Server pode determinar rapidamente que há uma intenção de bloqueio exclusivo sobre a tabela, mas a linha de T1 está em uma parte separada da árvore, de modo que SQL Server podem agora adquirir o Lock que requer T2.

Sem título2

  • O SQL Server tem os seguintes bloqueios:

Sem título3

  • Os bloqueios de intenção pode ser considerado como um modificador para os outros modos de bloqueio.
  • Você colocaria um bloqueio compartilhado (S) em uma linha e ler essa linha, e um bloqueio de intenção compartilhado (IS) seriam colocados ao longo da navegação da raiz da B-Tree.

COMPATIBILIDADES DE LOCK

  • Embora alguns tipos de bloqueio impedem de outras transações adquirirem bloqueios no mesmo recurso, muitos bloqueios são compatíveis uns com os outros.
  • Uma tabela de compatibilidade de bloqueio abreviado é mostrada na Tabela 10-4.
  • Lendo este quadro pode ser confuso, por isso um exemplo vai ajudar.
  • Transação T1 atualmente detém um bloqueio de atualização (U) em uma linha.
  • Transação T2 concede um bloqueio compartilhado nessa linha.
  • Ao examinar a matriz, você pode ver que T2 será concedido o bloqueio compartilhado.
  • Com base na discussão anterior sobre bloqueios exclusivos, você pode perguntar por que um bloqueio IX atualmente concedido seria compatível com o pedido de um outro bloqueio IX.
  • Isso ocorre porque os bloqueios de intenção nunca são realizadas no nível do recurso real (como uma linha); eles são, pelo menos, a um nível acima na árvore. (Pág. 471)

Sem título4

  • SQL Server usa o gerenciamento de bloqueio dinâmico para aumentar a concorrência no banco de dados.
  • Por exemplo, se sua transação modifica uma linha em uma tabela, o SQL Server irá fazer um bloqueio de linha para a duração da modificação.
  • No entanto, em grandes tabelas em que seriam necessários muitos bloqueios de linha, o SQL Server, ao contrário, terá uma página ou a tabela de bloqueio.
  • Esta é dependente de todas as operações que levam bloqueios em uma tabela.
  • Se o otimizador de consulta decide que um grande número de linhas serão afetadas, os bloqueios de nível superior podem ser tomadas no início da transação.
  • No entanto, o SQL Server também pode escalar dinamicamente os tipos de bloqueio durante a execução.
  • Se o número total de bloqueios de linha tomadas por consultas por 100 usuários excede o limite, o SQL Server terá um bloqueio de tabela e, em seguida, irá liberar todos os bloqueios de leitura.
  • Isso simplifica o gerenciamento dos bloqueios, mas resulta em diminuição de simultaneidade. (Pág. 472)

NOTE TUNING TIP

Microsoft best practices specify that all tables should have a clustered index created because queries against heaps generally lead to table locks (because all leaf pages have to be scanned for results that match the query predicate) and reduce concurrency. (Pág 472)

NÍVEIS DE ISOLAMENTO DA TRANSAÇÃO

  • A American Nations Standards Institute (ANSI) especifica quatro níveis de isolamento de transação, cada um dos quais tem características muito específicas. As características dos níveis de isolamento são as seguintes:
  • Dirty read – Uma leitura suja ocorre quando uma transação tem permissão para ler dados de uma linha que foi modificada por outra transação em execução que ainda não foi comitada.
  • Non-repeatable read – A leitura não repetitiva ocorre quando, durante o curso de uma transação, uma linha é recuperada duas vezes e os valores dentro da linha diferem entre as leituras.
  • Phantom read – A leitura fantasma ocorre quando, no curso de uma operação, duas consultas idênticas são executadas, e a coleção de linhas retornadas pela segundo consulta é diferente da retornada pela primeira.

Sem título5

  • Os níveis de isolamento da transação são:

READ UNCOMMITTED – Os dados que não foram efetivados podem ser lidos. Embora um bloqueio exclusive ainda obstrua outro bloqueio exclusívo, as operações de leitura ignoram um bloqueio exclusívo.

READ COMMITTED  (Padrão do SQL Server) – Um bloqueio exclusívo obstrui bloqueios compartilhados, assim como bloqueios exclusívos. Os bloqueios compartilhados serão liberados assim que os dados forem lidos.

REPEATABLE READ – Os bloqueios exclusívos obstruem os bloqueios compartilhados e exclusívos. Os bloqueios compartilhados obstruem os bloqueios exclusívos. Os bloqueios compatilhados são mantidos pela duração da transação.

READ SERIALIZABLE – Igual a todas as constraints do nível de isolamento Repeatable Read. Além disso, voce não pode inserir uma nova linha dentro do intervalo do conjunto de chaves (keyset) correntemente bloqueado pela transação. Bloqueios são mantidos pela duração da transação.

SNAPSHOT – Usa o recurso de controle de versão de linha para impeder que bloqueis compartilhados e exclusívos obstruam uns aos outros, enquanto mantém a consistência dos dados. Uma operação de leitura recupera dados da versão da linha antes de iniciar uma operação de modificação de dados.

EXEMPLOS DOS NÍVEIS DE ISOLAMENTO

–Verifica nivel de isolamento corrente

DBCC USEROPTIONS
GO

--Criando um banco de dados
CREATE DATABASE IL
GO

USE IL
GO

--Criacao da tabela 1
CREATE TABLE tbIsolationLevel
(
Id INT IDENTITY,
Col1 varchar(10),
Col2 varchar(10),
Col3 varchar(10)
)
GO

--Inserindo dados na tabela 1
INSERT INTO tbIsolationLevel(Col1,Col2,Col3)
VALUES ('AAAAA','BBBBB','CCCCC')
GO 5

--Criacao da tabela 2
CREATE TABLE tbDeadlock ( id INT)
GO

--Inserindo dados de tabela 2
INSERT INTO tbDeadlock(ID) values (1),(2)
GO

READ COMMITED

/*********  RODAR NA CONEXÃO 1 *********/

BEGIN TRAN
UPDATE tbIsolationLevel set Col1 = 'DDDDD' where id = 1
WAITFOR DELAY '00:00:10'
ROLLBACK TRAN



/*********  RODAR NA CONEXÃO 2 *********/
SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL READ COMMITTED
SELECT * FROM tbIsolationLevel

READ UNCOMMITED

/*********  RODAR NA CONEXÃO 1 *********/

BEGIN TRAN
UPDATE tbIsolationLevel set Col1 = 'DDDDD' where id = 1
WAITFOR DELAY '00:00:10'
ROLLBACK TRAN

/*********  RODAR NA CONEXÃO 2 *********/
SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL READ UNCOMMITTED
SELECT * FROM tbIsolationLevel

-- Usando o hint NOLOCK
SELECT * FROM tbIsolationLevel with (nolock)

REPETEATABLE READ

/*********  RODAR NA CONEXÃO 1 *********/
SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL REPEATABLE READ
BEGIN TRAN
SELECT * FROM tbIsolationLevel
WAITFOR DELAY '00:00:10'
SELECT * FROM tbIsolationLevel
ROLLBACK TRAN

/*********  RODAR NA CONEXÃO 2 *********/
UPDATE tbIsolationLevel set Col1 = 'DDDDD' where id = 1
--select * from tbIsolationLevel
INSERT INTO tbIsolationLevel(Col1,Col2,Col3)
VALUES ('DDDDD','EEEEE','FFFFF')

SNAPSHOT ISOLATION LEVEL

  • Em Snapshot Isolation, as versões de linha atualizados para cada transação são mantidos em TempDB. Uma vez que a transação foi iniciada, ignora todas as linhas mais recentes inseridos ou atualizados na tabela.
USE AdventureWorks2012
GO

--Aciona permissão de uso do SnapShot no banco
/
ALTER DATABASE AdventureWorks2012
SET ALLOW_SNAPSHOT_ISOLATION ON
GO

SELECT ModifiedDate
FROM HumanResources.Shift
GO

-- Session 1
SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL SNAPSHOT
BEGIN TRAN
UPDATE HumanResources.Shift
SET ModifiedDate = GETDATE()
GO

-- Session 2
SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL SNAPSHOT
BEGIN TRAN
SELECT ModifiedDate
FROM HumanResources.Shift
GO

-- Session 1
COMMIT

-- Session 2
SELECT ModifiedDate
FROM HumanResources.Shift
GO

--AINDA OS DADOS NAO FORAM ALTERADOS
-- Session 2
COMMIT

SELECT ModifiedDate
FROM HumanResources.Shift
GO

SNAPSHOT (INSTANTÂNEOS)

  • O recurso Database SnapShot foi introduzido no SQL Server 2005 para oferecer aos usuários um método para criar cópias somente leitura de dados rapidamente.
  • Esse recurso somente está disponível no SQL Server Enterprise.
  • O DataBase SnapShot não é compatível com FILE STREAM.

RECURSO DE CRIAÇÃO DE SNAPSHOTS

  • A criação de um snapshot de banco de dados é muito parecida com a criação de qualquer banco de dados.
  • Para criar um snapshot de banco de dados, você usa o comando CREATE DATABASE com a cláusula AS SNAPSHOT OF.
  • Como um snapshot é somente um cópia de leitura de dados de um banco de dados em um ponto no tempo, você não especifica um log de transação;

REQUISITOS PARA CRIAÇÃO DE SNAPSHOT

  • Voce deve incluir uma entrada para cada arquivo de dados especificado no banco de dados de origem;
  • O nome lógico de cada arquivo deve corresponder exatamente ao nome no banco de dados de origem;

RESTRIÇÕES PARA UM SNAPSHOT

  • Voce não pode fazer backup, restaurar ou remover um snapshot de banco de dados;
  • O snapshot de banco de dados deve existir na mesma instância do banco de dados de origem;
  • Índices full text não são suportados;
  • FILESTREAM não é suportado e quaisquer dados FILESTREAM serão inacessíveis por meio do snapshot de banco de dados;
  • Voce não pode criar um snapshot de banco de dados em um banco de dados de sistema;
  • Voce não pode eliminar, restaurar ou remover um banco de dados de origem que tenha um snapshot de banco de dados;
  • Você não pode fazer referencia a grupos de arquivos que estejam off-line, extintos ou sem restauração;
  • Para que um aplicativo acessa o snapshot é da mesma forma que acessasse um banco de dados normalmente;
  • No momento da criação do snapshot, o banco de dados não contém dados. Quando uma instrução SELECT é executada, o SQL Server usa o banco de dados de origem para recuperar dados que não mudaram desde que você criou o snapshot;

REVERTENDO DADOS DE UM SNAPSHOT

  • É possível fazer o retorno dos dados até o momento da criação do snapshot.
  • Em casos extremos, você pode usar o snapshot para retornar todo o conteúdo do banco de dados de origem para o estado do snapshot.
  • Por exemplo, se você precisar descartar todas as alterações ocorrida dentro do banco de dados desde que o snapshot de banco de dados foi criado;
  • Uma reversão de banco de dados é uma categoria especial de restauração de dados que pode ser executada quando você tiver criado um snapshot;
  • Você pode reverter apenas uma linha ou parte do banco de dados, podendo usar os comandos INSERT, UPDATE, DELETE ou MERGE, ou também reverter um banco de dados por completo.
  • Quando você usa o snapshot para reverter o banco de dados inteiro, o banco de dados de origem volta exatamente para como estava no momento em que o snapshot foi criado.
  • Todas as transações executadas no banco de dados são perdidas.
  • Quando você reverte um banco de dados de origem existem várias restrições:
    •  Pode existir apenas um snapshot de banco de dados para o banco de dados origem;
    • Catálogos full text no banco de dados de origem devem ser eliminados e então recriados, depois que a reversão terminar;
    • Como o log de transação é reconstruído, o encadeamento de logs de transação é desfeito;
    • O banco de dados de origem e o snapshot de banco de dados ficam offline durante o processo de reversão;
    • O banco de dados de origem não pode ser ativado para FileStream;

EXEMPLO DE CRIAÇÃO DE SNAPSHOT

USE master
GO

CREATE DATABASE AdventureWorks2012Snap on
(NAME=N'AdventureWorks2012_Data',
FILENAME=N'c:\temp\AdventureWorks2012.ds')
AS SNAPSHOT OF AdventureWorks2012
GO

use AdventureWorks2012Snap
select * from person.Address

use master
go

--Restaurando o banco de dados do snapshot
RESTORE DATABASE AdventureWorks2012 FROM
DATABASE_SNAPSHOT = 'AdventureWorks2012Snap'

SELECT * FROM AdventureWorks2012.sys.database_files
SELECT * FROM AdventureWorks2012Snap.sys.database_files
SELECT * FROM master.sys.databases

REFERÊNCIAS

https://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms173763.aspxhttp://www.diegonogare.net/2013/01/transaction-isolation-level-voc-est-usando-certo/

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

  • HOTEK, M. MCTS Self-Paced Training Kit (Exam 70-432) Microsoft SQL Server 2008 – Implementation and Maintenance. EUA: Microsoft Press, 2009.
  • STANEK, William R. Microsoft SQL Server 2008 – Guia de Bolso do Administrador. Porto Alegre: Bookman, 2010.
  • HOTEK, M. Microsoft SQL Server 2008 – Passo a Passo. Porto Alegre: Bookman, 2010.

Video 01

Video 02

Installing and configuring disks with fdisk and oracleasm commands – Part 05

Instalando e configurando discos com os comandos fdisk e oracleasm – Parte 05 (off topic)

Até o momento, só fizemos a expansão de discos da máquina virtual. Precisaremos particionar os discos existentes, instalar e configurar o oracleasm para o Oracle Linux 7.3 e aplicar o asm nas partições dos discos.

Inicie a máquina virtual normalmente.

ScreenHunter_315 Jul. 17 12.47

Entre com o usuário oracle, e senha dada no momento da criação do usuário:

ScreenHunter_316 Jul. 17 12.56

Particionando os dispositivos /dev/sdb e /dev/sdc

Após ter iniciado a sessão do ambiente, vá ao menu Applications / Utilities / Disks

ScreenHunter_144 Jul. 18 20.42

Observe que o dispositivo /dev/sda está configurado conforme instalação inicial do Linux, contendo as partições de /boot, swap e /. Os mesmos já estão devidamente montandos.

ScreenHunter_145 Jul. 18 20.43

O dispositivo /dev/sdb está sem particionar e a intenção é este dispositivo fique dividido como:
sdb1 – 12 GB – Ext4 (ponto de montagem /u01)
sdb2 – 2 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK01)
sdb3 – 2 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK02)
sdb4 – 2 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK03)
sdb5 – 2 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK04)

ScreenHunter_146 Jul. 18 20.43

O dispositivo /dev/sdc está sem particionar e a intenção é este dispositivo fique dividido como:
sdc1 – 1 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK05)
sdc2 – 1 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK06)
sdc3 – 1 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK07)
sdc4 – 1 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK08)
sdc5 – 1 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK09)
sdc6 – 1 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK10)
sdc7 – 1 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK11)
sdc8 – 1 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK12)
sdc9 – 1 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK13)
sdc10 – 1 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK14)
sdc11 – 1 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK15)

ScreenHunter_147 Jul. 18 20.44.jpg

Precisaremos utilizar o fdisk para fazer os particionamentos dos discos.

Abra um terminal, se transforme em super usuário (su -), com a senha “oracle” (sem aspas) e digite o comando fdisk -l (para listar os discos e suas partições). Perceba que o dispositivo /dev/sda está particionado e montado.

ScreenHunter_148 Jul. 18 22.54.jpg

Iremos particionar o dispositivo /dev/sdb, conforme o mapa abaixo:

sdb1 – 12 GB – Ext4 (ponto de montagem /u01)
sdb2 – 2 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK01)
sdb3 – 2 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK02)
sdb4 – 2 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK03)
sdb5 – 2 GB – GUID Partition Table (Volume ASMDISK04)

Para isso, digite o comando “fdisk /dev/sdb”(sem aspas). Com isso, iremos entrar no menu do fdisk.

ScreenHunter_149 Jul. 18 22.57

Digite m para mostrar a lista de opções disponíveis para o dispositivo /dev/sdb

ScreenHunter_150 Jul. 18 22.59.jpg

Digite g (em minusculo), para criar um tipo de partição GUID Partition Table (GPT)

ScreenHunter_151 Jul. 18 23.01

Clique em n para criar uma nova partição, [enter] par deixar a partição 1 como default, [enter] para deixar o setor inicial, e digite “+12G” (sem aspas) para acionar 12 GB nessa partição.

ScreenHunter_152 Jul. 18 23.03

Iremos continuar a fazer as demais partições com 2 GB cada. Faça o mesmo procedimento para a partições, 2, 3 e 4 com 2 GB cada.

ScreenHunter_153 Jul. 18 23.08.jpg

Na última partição a ser criada, repare que tentando colocar o tamanho +2G, irá retornar um erro que está ultrapassando o range da faixa permitida. Simplesmente pressioner [enter] para obter o default.

ScreenHunter_154 Jul. 18 23.10

Digite o comando “w” (sem aspas) para gravar as alterações feitas.

ScreenHunter_155 Jul. 18 23.12

No terminal, digite novamente o comando fdisk -l. Observe agora que o dispositivo /dev/sdb está dividido.

ScreenHunter_156 Jul. 18 23.15.jpg

Faça a mesma coisa para o dispositivo /dev/sdc. Divida em 12 partes de 1 GB cada.

ScreenHunter_157 Jul. 18 23.19.jpg

Depois de ter criado todas as partições, no terminal digitando o comando “fdisk -l /dev/sdc” (sem aspas), deve aparesentar aproximadamente como a figura abaixo.

ScreenHunter_158 Jul. 18 23.23.jpg

No ambiente X-Window (gráfico), em Applications / Utilities / Disks, verifque como ficou o particionamento do dispositivo /dev/sdb.

ScreenHunter_159 Jul. 18 23.27.jpg

Observe o dispositivo /dev/sdc.

ScreenHunter_160 Jul. 18 23.28.jpg

Desse modo, terminamos de fazer o particionamentos dos dispositivos /dev/sdb e /dev/sdc.

Por segurança, crie um snapshot até esse ponto da máquina virtual.

ScreenHunter_161 Jul. 18 23.45.jpg

Montando o dispositivo /dev/sdb1 (de 12 GB) para o ponto de montagem /u01

O ponto de montagem /u01 é padrão para a estrutura de diretórios do Oracle Database. Precisaremos formatar o dispositivo /dev/sdb1 e fazer com que o ponto de montagem seja montado automaticamente.

Precisaremos configurar o arquivo /etc/selinux/config, para que o parametro SELINUX fique igual a disabled.

ScreenHunter_162 Jul. 18 23.52

Edite a linha SELINUX=sdisabled e salve o arquivo.

ScreenHunter_163 Jul. 18 23.53.jpg

Reinicie o servidor Linux

ScreenHunter_164 Jul. 18 23.54

Depois de ter reiniciado a máquina, abra novamente o terminal, e de o comando “su -” (sem aspas) para se transformar em super usuário.

Formate o dispositivo /dev/sdb1, com o seguinte comando:
mkfs –t=ext4 /dev/sdb1

ScreenHunter_165 Jul. 19 00.00.jpg

Até esse momento, fizemos a formatação com o sistema de arquivo ext4 do dispositivo /dev/sdb1. Precisamos montar esse dispositivo em um ponto de montagem, chamado /u01.

No ambiente X-Window (gráfico), vá em Applications / Utilities / Disks, e clique em cima do dispositivo /dev/sdb1 (13 GB). Clique no ícone da engrenagem e escolha Format. Faça a formatação da partição e logo estará definido o Sistema de Arquivo da partição.

Após a formatação, selecione a opção “Edit Mount Options…: .

ScreenHunter_166 Jul. 19 00.06.jpg

Após ter entrado na opção, deixe as seguintes configurações para essa partição e clique em [OK]

ScreenHunter_167 Jul. 19 00.07.jpg

Ele pedirá a confirmação da senha do administrador.

ScreenHunter_168 Jul. 19 00.07

Clique no ícono play (seta para direita) do dispositivo configurado. Irá ser pedido mais uma vez a senha do administrador (oracle) e posteriormente irá montar o ponto de montagem configurado:

ScreenHunter_169 Jul. 19 00.08.jpg

No terminal, digite o comando df -h e verifique se o ponto de montagem /u01 está disponível.

ScreenHunter_170 Jul. 19 00.14.jpg

Para ter certeza de que o ponto de montagem /u01 irá ser montado toda vez que o Linux for reiniciado, verifique o conteúdo do arquivo /etc/fstab. Observe que o linux adicionou na ultima linha o comando de montagem automática.

ScreenHunter_171 Jul. 19 00.16

Instalando o oracleasm

No terminal com o usuário oracle (acesso de su), com o comando “yum install oracleasm-support kmod-oracleasm” (sem aspas) , faça a instalação dos pacotes., Digite “y” para baixar os pacotes.

ScreenHunter_172 Jul. 19 00.25.jpg

Após algum tempo, a instalação será completada.

ScreenHunter_173 Jul. 19 00.29

Apesar de ter instalado o oracleasm, ele ainda não foi configurado. Baseado no site https://pierreforstmanndotcom.wordpress.com/2015/01/20/how-to-install-asmlib-on-oracle-linux-7-with-unbreakable-linux-kernel-uek/, adaptei os comandos para configurar o oracleasm.

Verifique se o serviço do oracleasm está habilitado com o seguinte comando:

systemctl is-enabled oracleasm.service

ScreenHunter_174 Jul. 19 00.34

Porém, mesmo habilitado, o módulo ainda não está corregado no kernel.

lsmod | grep oracleasm

ScreenHunter_175 Jul. 19 00.35

Com o comando modinfo oracleasm, podemo ver que o módulo está instalado

ScreenHunter_176 Jul. 19 00.38.jpg

Para carregar o driver ASMLib, de o comando no terminal

/usr/sbin/oracleasm init

ScreenHunter_177 Jul. 19 00.40.jpg

Após isso, repita novamente o comando
lsmod | grep oracleasm

ScreenHunter_178 Jul. 19 00.42

E agora configure o asmlib, com o comando
/usr/sbin/oracleasm configure -i

ScreenHunter_179 Jul. 19 00.44

Digite o comando abaixo para listar os discos configurados pelo oracleams
oracleasm listdisks

ScreenHunter_180 Jul. 19 00.46

Para criar discos com ASM, digite os comandos abaixo, um de cada vez.

oracleasm createdisk ASMDISK01 /dev/sdb2
oracleasm createdisk ASMDISK02 /dev/sdb3
oracleasm createdisk ASMDISK03 /dev/sdb4
oracleasm createdisk ASMDISK04 /dev/sdb5

Desse modo, configuramos as partições sdb2, sdb3, sdb4 e sdb5 com as devidas nomenclaturas.

ScreenHunter_181 Jul. 19 00.50

Abra o utilitário Disks do ambiente gráfico e verifique o dispositivo /dev/sdb

ScreenHunter_182 Jul. 19 00.52.jpg

Faça a mesma coisa o dispositivo /dev/sdc no terminal

oracleasm createdisk ASMDISK05 /dev/sdc1
oracleasm createdisk ASMDISK06 /dev/sdc2
oracleasm createdisk ASMDISK07 /dev/sdc3
oracleasm createdisk ASMDISK08 /dev/sdc4
oracleasm createdisk ASMDISK09 /dev/sdc5
oracleasm createdisk ASMDISK10 /dev/sdc6
oracleasm createdisk ASMDISK11 /dev/sdc7
oracleasm createdisk ASMDISK12 /dev/sdc8
oracleasm createdisk ASMDISK13 /dev/sdc9
oracleasm createdisk ASMDISK14 /dev/sdc10
oracleasm createdisk ASMDISK15 /dev/sdc11
oracleasm createdisk ASMDISK16 /dev/sdc12

ScreenHunter_183 Jul. 19 00.56.jpg

ScreenHunter_184 Jul. 19 00.58.jpg

Volte a ferramenta gráfica Disks e verifique o dispositivo /dev/sdc. Perceba que o /dev/sdc6 nao foi atribuido o ASM. Refaça o comando novamente para as partições que não acataram.

ScreenHunter_185 Jul. 19 00.59.jpg

No meu caso, repeti o comando para o dispositivo /dev/sdc6

ScreenHunter_186 Jul. 19 01.01

 

Expanding virtual machine resources to use ASM – Part 04

Expandindo recursos da máquina virtual para uso do ASM – Parte 04 (topic off)

Vamos precisar simular mais discos em nossa máquina virtual para simular o uso do ASM. Para isso, entre nas configurações da máquina virtual e adicione mais um disco de VMDK.

Vá em Configurações da VM (maquina virtual), na aba Armazenamento, clique em Controladora SATA e posteriormente em Adicionar Disco (ícone do + com quadrado)

ScreenHunter_310 Jul. 17 12.31

Irá abrir a tela de pergunta e clique em [Criar novo disco]

ScreenHunter_311 Jul. 17 12.33

Configure a tela de criação do novo disco com as seguintes configurações e clique em [Criar]

ScreenHunter_312 Jul. 17 12.34

Após ter escolhido as configurações, é necessário aguardar a criação do novo disco

ScreenHunter_313 Jul. 17 12.35

O disco será criado e mostrado nas configurações da máquina virtual. Clique em [OK] para confirmar a criação.

ScreenHunter_314 Jul. 17 12.42

 

Este artigo continua em:

Installing and configuring disks with fdisk and oracleasm commands – Part 05

 

 

 

Configuring Oracle Enterprise Linux 7 environment for Oracle Database 11g installation – Part 03

Configurando o ambiente Oracle Enterprise Linux 7 para instalação do Oracle Database 11g – Parte 03 (topic off)

01 – Instalando Imagem de CD dos Adicionais para Convidado

Após ter instalado a máquina virtual com o Oracle Enterprise Linux 7, é necessário fazer a atualização de algumas bibliotecas e ajustar o seu ambiente para que melhor possa traballhar.

Como a instalação está em uma máquina virtual, é muito aconselhável que façamos a instalação dos drives adicionais para Convidado. É uma forma de ter mais compatibilidade de dispositivos compartilhados entre a máquina virtualizada e o host (no meu caso, o host é um Windows 10). O mouse, teclado, câmera e outros dispositivos de sua máquina melhor compatibilizam entre esses dois ambientes.

Para isso, entre e logue em sua máquina virtual criada. No menu da máquina virtual, vá em Dispositivo / Inserir Imagem de CD dos Adicionais para Convidado…

Captura de tela 2017-07-14 22.21.07.png

Aparecerá uma tela de confirmação, para poder executar o conteúdo do “CD”. Clique em [Run].

ScreenHunter_93 Jul. 14 22.24

Digite a senha para o usuário administrador, que foi configurada na instalação como “oracle” (sem aspas)

ScreenHunter_94 Jul. 14 22.25

O virtualbox irá acabar de instalar o Additions Guest.

ScreenHunter_96 Jul. 14 22.27.jpg

Reinicie o Linux e perceba que já não é mais necessário ficar pressionando <Alt GR> + <Ctrl> (direito) para alterar entre a máquina virtual e o host.

Após ter reiniciado a máquina virtual, faça um snapshot dessa máquina, para que seja possível restaurar até o ponto criado. Na configuração da máquina virtual, no canto superior direito, vá em Snapshot, clique no ícone da máquina fotográfica e de um nome e uma descrição para o Snap shot. Clique em [OK]. Desse modo, voce criou um ponto de restauração em sua máquina virtual.

ScreenHunter_97 Jul. 14 22.55.jpg

02 – Configurando arquivos e variáveis de sistema para para o Oracle Database 11g

Configurando a placa de rede do servidor Oracle Linux Enterprise

Na instalação da estrutura da máquina virtual, deixamos a configuração da placa de rede como tipo “Placa em modo Bridge”, ou seja, a sua máquina virtual irá fazer parte da sua rede como se fosse um host qualquer.

Na maioria das redes domésticas, o router de internet está configurado para distribua IP’s dinamicamente, ou seja, quando um dispositivo conecta a sua rede, atribui-se um IP diferente.

Para qualquer tipo de servidor, é necessário que o número IP esteja fixo ou estático. Vamos fazer essa configuração no servidor Linux, para que ele “nunca” mude de IP.

Abra um terminal ( no menu Applications / favorites / terminal) e ping em um número IP da sua rede que não esteja sendo usado (preferencialmente um IP que voce memorize facilmente), para que não haja conflitos de IP. Após ter confirmado que o IP não esteja sendo utilizado, digite “exit” (sem aspas) para fechar o terminal.

ScreenHunter_101 Jul. 16 11.06.jpg

 

No ambiente de trabalho, clique em cima da bateria / wired /wired settigns

ScreenHunter_98 Jul. 16 10.58

Irá ser mostrado as configurações atuais da placa de rede. No caso abaixo apresentado, está configurado para ser DHCP. Clique em cima do ícone da engrenagem para que o sistema apresente as configurações a serem modificadas.

ScreenHunter_99 Jul. 16 11.03

Na aba IPv4, altere as configurações da sua placa de rede para “Manual”. Digite as novas configurações da sua placa de rede, clique [Apply] e feche a janela da placa de rede. Clique em Off e On para reiniciar as configurações da placa de rede.

ScreenHunter_102 Jul. 16 11.14.jpg

Preferencialmente, no seu host fisico, tente dar um ping no IP dado à máquina virtual. Dessa forma, se o ping retornar, é sinal que a sua máquina virtual está sendo enchergada na rede.

ScreenHunter_103 Jul. 16 20.31.jpg

Configurando o arquivo hostname

No Terminal do Linux, transforme-se em super usuário, com o comando “su -” (sem aspas) e digite a senha de administrador dado na instalação (oracle). Verifique o nome do host na máquina virtual com o comando hostname.

ScreenHunter_104 Jul. 16 20.32.jpg

Complemente o arquivo /etc/hosts com o seu editor favorito. No caso, estamos utilizando o “vi”, pois é o editor padrão que é possível usar em qualquer sistema linux.

ScreenHunter_105 Jul. 16 20.40

Dentro do arquivo, adicione a linha do meio com o numero IP mais o nome do host. (no caso abaixo, adicionamos a linha 192.168.25.10 oracle.localhost localhost). Salvamos o arquivo com <ESC>, para sair do modo de edição e depois com o comando :wq (dois pontos, write, quit)

ScreenHunter_106 Jul. 16 20.43

Dê um ping no nome oracle.localhost e veja se o ping retorna. De um <Ctrl> + C para cancelar o ping

ScreenHunter_107 Jul. 16 20.44.jpg

Instalando pacotes de requisitos de software para o Oracle Database 11g

Mesmo o Oracle Linux sendo um Sistema Operacional da própria Oracle, é necessário primeiramente instalar softwares de dependencia antes de iniciar a instalação.

É importante a sua máquina virtual estar conectada à internet, para que se possa utilizar o comando yum. Execute o comando “yum install binutils-2.* gcc.*”

ScreenHunter_109 Jul. 16 20.59.jpg

Criando grupos de arquivos para oracle

Crie os grupos oinstall e dba, através dos comandos groupadd. Verifique se os grupos realmente foram criados através do comandos grep

ScreenHunter_110 Jul. 16 21.30

Verifique se o usuário oracle existe através do comando “id oracle”.

ScreenHunter_111 Jul. 16 21.43

É necessário adicionar o usuário oracle aos grupos criados oinstall e dba, através dos comandos abaixo:

ScreenHunter_113 Jul. 16 21.47.jpg

Configurando parametros do Kernel

Edite do arquivo /etc/sysctl.conf com o editor de sua preferencia:

ScreenHunter_114 Jul. 16 21.59

Complemente o arquivo conforme o texto abaixo, ficando como a figura a seguir. Salve a arquivo.

fs.aio-max-nr = 1048576
fs.file-max = 6815744
kernel.shmall = 2097152
#kernel.shmmax = 536870912
kernel.shmmax = 1578493952
kernel.shmmni = 4096
kernel.sem = 250 32000 100 128
net.ipv4.ip_local_port_range = 9000 65500
net.core.rmem_default = 262144
net.core.rmem_max = 4194304
net.core.wmem_default = 262144
net.core.wmem_max = 1048576

ScreenHunter_115 Jul. 16 22.00

Edite do arquivo /etc/security/limits.conf com o editor de sua preferencia:

ScreenHunter_116 Jul. 16 22.20

Adicione as linhas abaixo no final do arquivo:

#numero de arquivos abertos
oracle soft nofile 4096
oracle hard nofile 65536
#numero maximo de processos
oracle soft nproc 2047
oracle hard nproc 16384
oracle soft stack 10240
oracle hard stack 32768
#espaco de memoria bloqueada
oracle soft memlock 2765
oracle hard memlock 2765

ScreenHunter_117 Jul. 16 22.22

Edite do arquivo /etc/pam.d/login com o editor de sua preferencia:

ScreenHunter_118 Jul. 16 22.25

Adicione no final do arquivo:

session required pam_limits.so

ScreenHunter_119 Jul. 16 22.32

Edite do arquivo /etc/profile com o editor de sua preferencia:

ScreenHunter_120 Jul. 16 22.33

Adicione o seguinte código no final do arquivo:

if [ $USER = “oracle” ]; then
if [ $SHELL = “/bin/ksh” ]; then
ulimit -p 16384
ulimit -n 65536
else
ulimit -u 16384 -n 65536
fi
fi

ScreenHunter_121 Jul. 16 22.47.jpg

Edite o arquivo .bash_profile do usuário oracle.

Primeiramente de o comando “su – oracle” (sem aspas) e depois edit o arquivo .bash_profile

ScreenHunter_122 Jul. 16 22.51

Complemente o arquivo com o seguinte código:

ORACLE_BASE=/u01/app; export ORACLE_BASE
ORACLE_HOME=$ORACLE_BASE/product/11.2.4/db_1; export ORACLE_HOME
ORACLE_SID=orcl; export ORACLE_SID
ORACLE_TERM=xterm; export ORACLE_TERM
PATH=/usr/sbin:$PATH; export PATH
PATH=$ORACLE_HOME/bin:$PATH; export PATH LD_LIBRARY_PATH=$ORACLE_HOME/lib:/lib:/usr/lib; export LD_LIBRARY_PATH
#DISPLAY=localhost:0.0; export DISPLAY

ScreenHunter_139 Jul. 17 23.25.jpg

Execute o comando: source .bash_profile, para verificar se há algo de errado configurado no arquivo .bash_profile. (caso tenha, conserte o arquivo)

ScreenHunter_125 Jul. 16 23.40

Execute os seguintes comandos para conferir as variáveis de ambientes configuradas:

ScreenHunter_126 Jul. 16 23.44.jpg

 

Para fazer o reload dos parametros do Kernel, digite o seguinte comando como super usuário:

/sbin/sysctl -p

Após essas configurações feitas, faça um snapshot da máquina virtual para posteriormente fazer a instalação do oracle database.

ScreenHunter_127 Jul. 17 00.14.jpg

04 – Configurando acesso remoto para o Oracle Enterprise Linux 7.

É possível fazer acesso remoto entre o sistema operacional do host (no meu caso, Windows 10) e o Linux que está virtualizado.

Para isso, utilizaremos o putty para fazer acesso remoto. Procure pelo google por “putty” (sem aspas) e baixe um arquivo putty.exe (para a versão 32 ou 64 bits), e Xming-6-9-0-31-setup.exe. (esse ultimo arquivo servirá para executar ambientes gráficos chamados pelo putty)

Execute o putty no Windows, e coloque o número IP do servidor linux. Dê um nome para a conexao, e clique em [Open]

ScreenHunter_128 Jul. 17 00.24.jpg

Complemente e configure dentro de Connection / SSH. Salve e depois abra o terminal

ScreenHunter_221 Jul. 20 20.30.jpg

A primeira vez executada, irá aparecer a seguinte mensagem.  Clique em [Yes]

ScreenHunter_129 Jul. 17 00.26

Digite o nome do usuário oracle, com a senha escolhida na instalação (oracle)

ScreenHunter_130 Jul. 17 00.30.jpg

Execute o arquivo baixado do xming server no SO do seu host (no meu caso foi o Windows 10). Clique em [Next]

ScreenHunter_131 Jul. 17 00.31

Escolha a pasta que será instalada e clique em [Next]

ScreenHunter_132 Jul. 17 00.31

Deixe na opção Normal e clique em [Next]

ScreenHunter_133 Jul. 17 00.32

Deixe o nome como é o padão e clique em [Next]

ScreenHunter_134 Jul. 17 00.32

Deixe as opções marcadas por padrão em clique em [Next]

ScreenHunter_135 Jul. 17 00.32

Irá ser mostrado as configurações feitas e clique em [Next]

ScreenHunter_136 Jul. 17 00.32

A instalação foi concluída com sucesso. Clique em [Finish]

ScreenHunter_137 Jul. 17 00.33

No Windows, clique em [Allow access]

ScreenHunter_138 Jul. 17 00.33

Verifique na barra de tarefas se o Xwing Server está instalado.

Para utilizar o Xming, é necessário ainda configurar o SSH server para que aceite o ambiente X-Window.

Conforme o artigo https://www.redhat.com/archives/rhl-list/2005-March/msg04651.html, precisaremos editar o arquivo /etc/ssh/ssh_config. Altere e inclua no arquivo as seguintes linhas:

ForwardX11 yes
ForwardX11Trusted yes

Assim, será possível executar aplicativos em o ambiente gráfico pelo host Windows.

 

 

Este artigo continua em:

Expanding virtual machine resources to use ASM – Part 04

 

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